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Traumatizada por trabalhos de faculdade

Bom... Eu não estou numa "vibe" MUITO legal.

Tenho que fazer um relatório dificílimo. Já o comecei, mas não tenho muita ideia do que escrever. Às vezes parece que não tenho ideia nenhuma... E é uma coisa séria e deveras urgente. Deus me ajude! Só rezando, me concentrando, etc. A agonia tá brava!

Receita para traumatizados por trabalhos acadêmicos:
- rezar, pedir para Deus te ajudar, não deixando que a sua ansiedade te atrapalhe.
- fingir que o prazo não estourou, que não é vergonhoso você estar entregando o trabalho só agora, que você não tem medo de que alguém te ligue ou te mande um e-mail ríspido, cobrando o trabalho.
- fazer um planejamento do que vai escrever e ir escrevendo conforme vierem as ideias.
- fingir que você pode fazer um trabalho meio medíocre - como a maioria faz -, sem que isso seja uma AFRONTA à sua honra para com si mesmo.
- encontrar prazer no que se faz. (Ahn, o quê? O que é isso?)

Não vejo a hora de terminar! Espero que até domingo. E sem MUITO MAIS violência psicológica.

O lado tonto da educação ideal (?)

O ruim de se ter uma educação - na escola, na "mídia", blá, blá, blá - que incentiva a ser uma pessoa "crítica" é que você passa a fazer avaliações e a racionalizar as coisas idiotas e sem importância: novelas, personalidades/celebridades, pauta dos programas de TV, etc.

Eu não consigo assistir a Viver a Vida sem:
- analisar as roupas das personagens da Bárbara Paz e da Camila Morgado - hoje, porexemplo, elas vestiram microvestidos; pensar em como a Bárbara Paz é esquisita; pensar em como o papel da Camila Morgado é medíocre para o talento dela;
- pensar nos absurdos do enredo;
- pensar na idiotice que são os nomes de algumas personagens - "Paixão", por exemplo;
- pensar em como os diálogos são clichê.
- pensar que todas as novelas desse autor seguem o mesmo esquema: Rio de Janeiro / classe média meio medíocre / bossa nova / temas sérios melodramatizados.

Hoje, porque eu estava/estou meio doente, passei o dia acamada, vendo TV. Assisti a uns 4 seriados, a 2 novelas, a 2 filmes e a 1 programa de TV.

-No GNT, vi o Superbonitas. Pelo site do programa, fiquei sabendo que o Alexandre Borges é quem será o apresentador nesta semana. O tema de hoje era a cor vermelha. Pois bem, apareceu o ator discutindo sobre roupa vermelha com a Cláudia Ohana. Em dado momento, eles fizeram comentários a respeito de uma calcinha vermelha da atriz! Avaliação: o que uma pessoa não tem que fazer para ganhar dinheiro.

- Durante os intervalos do GNT, aparece uma vinheta do canal, em que, sabe-se-la-por-quê, aparece de relance uma mulher seminua... Avalição: Pra quê? Isso significa o que em relação à filosofia do canal?

- Aí, mais tarde, vendo Dalva e Herivelto, a nova minissérie da Globo, eu penso: como a Dalva de Oliveira era corna/ coitada. Mesmo tendo sido abandonada há ANOS pelo Herivelto, ainda chamava por ele no leito de morte, sendo que ele não queria vê-la. Ah, sim: a avaliação sobre o Herivelto é de que ele foi um grande fdp. Aí, eu começo começa-se a pensar: a vida é muito complicada e comprida. / Deve-se deixar o passado para trás mesmo (mas é tão difícil!) / É difícil julgar as pessoas: a Dalva era, com todo respeito, uma ignorante; é até natural que ela ficasse presa à imagem do primeiro homem da vida dela, etc, etc.

- Se hoje se fazem minisséries a respeito de ídolos populares do passado, o que veremos num futuro ainda longínquo? A história da Carla Perez?

- De tarde - meio fora de sequencia temporal este post, eu sei -, vi O Preço da Coragem. Um filme excelente... Não tenho mais criatividade nem vontade de formular uma tese melhor sobre ele. A única coisa que eu quero dizer é que a interpretação da Angelina Jolie está muito boa nesse filme, bem melhor do que em A Troca... Se ela merecia um Oscar, era por O Preço da Coragem. Tese 2: VTNC os Bin Laden e simpatizantes de terroristas da vida! Malditos! Atrapalharam a vida de todo na última década. Ninguém ganha NADA com isso. Só esses viadinhos fundamentalistas que ganham uma coisa bem almofadinha mesmo: prestígio entre gente ignorante como eles. #prefiro-não-saber-nada-para-não-ficar-irritada.

- Depois, vi e gravei As Bruxas de Eastwick. Esse filme, que também é muito bem feito, é lenda para mim, porque eu o tinha gravado quando era criança. Nem lembrava que tinha efeitos especiais na história - apesar do título, hehehe. Enfim, esses filmes da infância, eu gosto de ver/gravar do jeito que eu assisti na primeira vez: dublados, no áudio original (da dublagem ;) ).
*Eu comprei, por exemplo, o box de De Volta para o Futuro e, como tudo que é passado para DVD, não vem aquela dublagem clássica de Sessão da Tarde. Assim, quando passar em algum canal furreca da vida (Band, Globo, TNT), eu ainda pretendo gravar a versão com a dublagem original! ;) Aquela que tem o McFly xingando enfaticamente os assassinos do Doutor de "desgraçados!" \o/.

Sério, ter blog e Twitter faz com que se tenha vontade de comentar sobre TUDO, a QUALQUER momento. Ontem, vi não sei onde que o excesso de informações (da TV, da internet) pode estar fazendo com que o cérebro humano fique sobrecarregado de dados. Independentemente de confirmação científica, eu estou assim: estressada por causa de coisas banais. Tenho parar com isso porque simplesmente não vale a pena.

Minha vida fica melhor quando não assisto muito à TV, nem acesso a portais na internet - os quais têm muita poluição visual e "informacional". #blé

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Bom Ano Novo!...
(Se bem que eu ando pensando, sobre mudança de anos, como disse o Maldito nesse post aqui.)

Faço o melhor que sou capaz...

Ai, ai... Me aconteceram uns problemas na última semana os quais eu quero simplesmente ESQUECER. Apagar da mente, no máximo que for possível.

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Eu SEMPRE me esqueço de fazer isso, mas vou, AGORA MESMO, colocar uma sacola "ecológica" dentro da pasta que uso todos os dias para levar meus materiais para a escola. Isso porque eu sempre passo em algum lugar depois da aula para comprar alguma coisa e ficam juntando sacola de plástico atrás de sacola de plástico aqui na minha casa. E, se eu acredito que há algo por que valha a pena lutar, é pelo meio-ambiente.

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Vi esta figura no blog da Ana Maria. Lembrou-me dos meus amigos.

Realmente, amigo de verdade te apóia até quando você fala que vai fazer uma idiotice (como lutar por um ex nada a ver, etc).

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Acabei assistindo a Crepúsculo duas semanas atrás, no Telecine. Como eu esperava é apenas razoavelzinho, para adolescentes. E nada mais. E ainda bem que eu não comprei o livro. Se a escrita for bem trabalhada, talvez seja interessante ler a obra, porque deve ter alguns momentos emocionantes e tals. Eu até curto livrinhos de narrativas água-com-açucar, de romancezinhos adolescentes. Mas daí a pagar 40 reais por uma historinha dessas me faz refletir...

Bom, eu não gosto, mas não tenho nada contra quem goste desse tipo de livro - Crepúsculo, Harry Potter, etc. Se isso faz meus alunos LEREM, eu ergo as mãos para o céu e agradeço. No mínimo, vai ajudá-los a cometer menos erros ortográficos, vai lhes incutir, inconscientemente, princípios de sintaxe. Hehehehe, já é muito.

Ah, só acho ridículo pessoas adultas e que se acham BABANDO por causa de Harry Potter ou Senhor do Anéis, coisas do tipo. Conheço gente assim e acho meio patético. Mas, como eu não tenho nada a ver com isso, então, que se dane ;).

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É isso.

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:**

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Título do post inspirado na música O Vencedor, dos Los Hermanos - pra quem não sabe :D.

Percepção de período de estresse

Ando estressada - aliás, desde a semana passada, que foi uma droga -, mas já descobri o porquê.

Tenho um concurso para prestar daqui a três semanas. Tipos que não é o concurso sa minha vida, nem o que provavelmente eu vou querer estar fazendo daqui a uns anos, mas, por ora, é uma pássaro na mão.

SEMPRE que tenho que estudar para um concurso, eu fico muito estressada. A primeira vez que eu prestei um a sério mesmo, estudando de verdade, de acordo com os mínimos itens do edital de abertura, eu quase enlouqueci. Quase mesmo. Abri mão da minha vida além dos estudos. Bem traumatizante.

E agora, com este novo concurso em vista, e não tendo mais todo o tempo do mundo - porque trabalho meio período e tenho outras obrigações -, a idéia de estudar para concurso parece mais estranguladora ainda.

Me dá vontade de fazer qualquer coisa em vez de abrir a apostila para estudar. Interprete-se esse "qualquer coisa" como ler livros - estou lendo Demian, do Hermann Hesse, aliás -, ler notícias na net, ir para academia (ATÉ isso), ver TV... Efeitos do trauma do primeiro concurso...

Mas sei que não pode ser assim, estou mais do que consciente de que tenho de mudar. Nada melhor do que levar uma vida organizada, com as obrigações em dia.

Preciso é tomar coragem e começar a pôr a mão na massa.

Mas melhoremos.


(E beijos.)

Aprendizado

Eu não quero mais ficar atualizando o blog só com memês. Vou passar a evitar isso. Não sei o que acontece, mas não tenho ânimo para ficar escrevendo aqui pelo que eu tenho passado, o que eu tenho aprendido. O que seria muito mais interessante que memês.

Mas posso dizer, mesmo que sucintamente, que, nos últimos tempos, tenho mudado e aprendido muita coisa. Ou aprendido muita coisa e mudado. Sabe aquelas mudanças que você nem sabe explicar por que começaram? Ou até sabe, mas é muito complexo de pôr em palavras? Então, desse tipo de mudança.

Estou sendo mais paciente, mais organizada, menos desesperada com assuntos corriqueiros e com o tanto de coisa que eu sempre tenho que fazer. Nos momentos em que dá aquela vontade de ficar meio histérica, eu paro e penso: "Calma, organize-se." Bem assim. Também estou, cada vez mais, preferindo ficar em casa a sair, a baladas. (Aliás, aquela saída da qual falei aqui, de uma banda num barzinho, foi chatíssima.)

E algo inacreditável aconteceu na minha vida profissional no último mês. Daquelas coisas muito improváveis mesmo, que você nunca imaginaria. Isso me fez ficar mais tranquila, a acreditar que o que tiver de acontecer conosco, acontecerá, independentemente.

E, para coroar, estou com a autoestima melhor. Quando tenho um problema, me acalmo e, ou falo "foda-se" ou penso no contexto geral da vida, em como daqui a um tempo, quase tudo será irrelevante. Ontem, por exemplo, fui numa festa junina em que muitos conhecidos e colegas de escola trabalhavam - o que eu já tinha feito anteontem. Lá, uma pessoa que conheço há anos não me cumprimentou - fingiu que não me viu -, e outra me deu um "oi" muitíssimo seco. Esse tipo de coisa, em outros tempos, me deixaria chateada, abalada. Ontem, não; foi normal, não virou uma questão. Eu refleti rapidamente e concluí que não deveria me importar. E me orgulho de ver que, hoje em dia, eu tenho esse tipo de atitude quase que automaticamente.

Mas ando tendo pesadelos todos os dias. Sonho que meu namorado me trai e/ou me abandona umas duas vezes por semana. Hoje, domingo, acordei depois de um nightmare no qual alguns alunos meus faziam uma conspiração terrível contra mim - e tudo isso interligado ao rolo que eu e meu namorado tivemos no ano passado.

Até posso especular sobre os motivos de eu estar tendo tantos sonhos ruins e a simbologia presente nele, etc. Mas o que eu posso fazer? Não tem como eu me programar para deixar de sonhar com determinado tema ou parar de ter pesadelos. Vai ser assim por um tempo.

É isso ;).

Beijo

3 coisas boas do meu dia de hoje ("quanta" criatividade para um título de post...)

Escreva em um papel ou repita para você mesma três coisas boas que aconteceram no seu dia. Faça isso de segunda a sexta! "Um estudo feito com pessoas deprimidas, que aplicou esse método, chegou à conclusão de que elas ficam mais positivas e bem-humoradas após algumas semanas", diz Ana [fonoaudióloga].
Da revista Bons Fluídos.

Well, três coisas boas do meu dia de hoje, segunda-feira, 25 de maio de 2.009:

1 - Vi meu namorado logo cedo;
2 - Comi um bolo de chocolate muiiito gostoso, também logo cedo (na casa do meu namorado);
3 - Fui à academia - tá, não é exatamente legal ir à academia, mas foi bom porque foi um dever cumprido.

Tá bom? Valeu o dia? Num contexto amplo, naquele em que eu considero que um dia estarei morta e sentindo falta da minha vida atual, sim. No meu cotidiano "microcosmótico", não muiiiito.

Bom, eu ia escrever as coisas ruins do meu dia com a desculpa de que isso organizaria o fluxo de pensamento e etc... Mas acho melhor não, para não "anular" as coisas positivas.

E como o número 3 não foi muito convincente, vou trocá-lo por:
3* - Conheci uma música muito legal hoje: I Never Came, do The Queens Of The Stone Age.

E um plus:
4 - Também lembrei e baixei uma antiga canção que marcou os anos dourados da minha adolescência - cuja trilha sonora foi composta de álbuns no estilo "As 7 Melhores da Jovem Pan - volume 5" ;) - La Rúbia del Avión.

5 - Fiquei sabendo que sábado vai ter um show muito legal num barzinho que eu costumava frequentar. Eu estava esperando para ver essa banda, que não é conhecida, há um tempinho já. E decidi que vou, junto com meu namorado e meu melhor amigo, no mínimo ;).

6 - Baixei uma música muito boa do Pink Floyd que eu escuto no celular do meu namorado - Interstellar Overdrive. Essa música é a que está configurada no despertador do aparelho :).

Pois é... No começo deste post, eu estava achando difícil pensar em três coisas boas que me aconteceram hoje, ainda que singelas. E acabei chegando a seis boas coisas, hehehe.

Mas é isso. Votos de boa semana - eu, pelo menos estou precisando.

Minha singela vida

Eu estou quase 100% adaptada ao trabalho. Estou gostando do que estou fazendo. Não digo que esteja adorando porque, para isso, eu teria de ter feito outra faculdade ;).

Eu dou aula para cerca de 130 alunos, divididos em quatro classes. Deles, só me desrespeitam cerca de quatro alunos, um por sala. Tá bom, né? A esmagadora maioria respeita. Acho que tenho de ver por esse lado.

E vivo recebendo cartinhas de alunas com mensagens do tipo "Te adoro, professora" \o/! Isso é muito legal e me deixa muito feliz. Também já ganhei vários adesivos fofos. Amo muito tudo isso! Quando deixar de dar aulas para essas turmas - sou substituta -, eu sentirei a falta deles.

Já estou um pouco estressada e apreensiva por causa de uma professora safada e folgada lá da escola, a que eu estou substituindo e cujo humor influencia decisivamente no meu salário ¬¬. Já estou me preparando para um Momento Sindicalista, quando eu terei de reclamar pelos meus direitos...

Se essa vaca dessa professora for honesta e ética - só o será se não tiver outra alternativa -, vou ganhar o dobro do meu ordenado regular e poderei pagar todas as minhas contas e ainda vai sobrar um dinheiro para comprar algumas coisas (roupas, um cd original dos Beatles, arrumaria um negócio quebrado aqui da minha casa...). Ai, Deus, help me! Seria muiiiito bom.

Tirando a instabilidade salarial e as "filha-da-putices" alheias, meu emprego tem lá suas grandes vantagens. Trabalho por meio período, a apenas cinco minutos de casa. Quando tenho uma aula vaga, eu posso voltar para casa e ficar navegando na internet ^^.

Mas alguma coisa ainda está faltando na minha vida, e eu ainda não descobri o que é...

(Tô tendo um déjà vu neste exato momento... Sonhei que estava escrevendo este post!)

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Vi uma de enquete no blog Cafeteria 24 Horas e tive vontade de fazer! Quem quiser, esteja à vontade!

Nome Completo:
Prefiro não escrever :P. Mas conto que é um nome de origem escandinávia.

Porque lhe deram este nome?
Pura e simplesmente porque acharam bonito. Foi escolhido depois que eu nasci. Esperavam um menino, que se chamaria Arthur.

Você faz pedido às estrelas?
Já fiz. Hoje, não mais.

Quando foi a última vez que você chorou?
Na segunda-feira retrasada, dia 09/03/2009, porque estava me torturando com más lembranças ¬¬'.

Gosta da sua letra?
Sim, gosto.

Gosta de pão com quê?
Com geléia, com manteiga, com requeijão, com doce de leite...

Quantos filhos você tem? Como se chamam e quantos anos tem?
Nenhum. Quando eu os tiver, escolherei entre esses nomes: Gabriele, Raíssa, Isabelle e Sabine e Nicholas e Daniel.

Se fosse outra pessoa, seria seu amigo?
Hahahahahahaha, boa pergunta essa! Acho que não porque eu sou muito c..., não dou muita moral para ninguém.

Saltaria de bungee-jump?
Sim. Um dia farei isso, aliás.

Desamarra os sapatos antes de tirá-los?
Depende dos sapatos. Só quando é estritamente necessário.

Acredita que você seja uma pessoa forte?
Sim. Mas tenho meus momentos de baixa energia.

Sorvete favorito:
Magnum (e suas 1 milhão de calorias).

Vermelho ou Preto?
Vermelho. Inclusive, não suporto mais ver a metade do meu guarda-roupa, de roupas pretas ¬¬'.

O que menos gosta em você?
As minhas paranóias, o meu péssimo hábito de nunca estar 100% satisfeita.

O que mais gosta em você?
A forma como me expresso - a "modesta" falando... Às vezes também tenho uns arroubos de percepção de como a minha vida é legal. Também as minhas educação e cortesia para com os outros.

De quem você sente saudade?
Da minha ex-babá e da minha avó, que moram longe.

Descreva roupa e calçado que está usando agora:
Roupa de dormir: uma camiseta velha e um shorts de pijama, cheio de desenhinhos ^^.

Qual foi a última coisa que comeu hoje?
Um copo de leite com Toddy.

O que você está escutando agora?
O álbum Tommy do The Who.

A última pessoa com quem falou ao telefone?
My boyfriend. Que me disse que está muito feliz :).

Bebida favorita:
Suco de maracujá, suco de laranja, helado (cerveja com limão e sal), batida de morango e café.

Comida:
Estrogonofe, comida caseira, Torta de Cachorro-Quente que a minha sogra faz, arroz de forno que a minha mãe faz. E doces!!! \o/

Último filme que viu no cinema e com quem?
Sim, Senhor, por indicação da Dafne. Fui ver com o meu namorado. É bem legal.

Dia favorito do ano:
Meu niver, em novembro. Também gosto muito do mês de outubro, não sei por quê.

Inverno ou Verão?
Inverno. ODEIO calor demais.

Beijos ou abraços?
Beijos.

Sobremesa favorita:
Mousse de chocolate.

Que livro está lendo?
Memorial de Aires e Contos Fluminenses, ambos de Machado de Assis.

O que tem na parede do seu quarto?
Um mural com fotos e bilhetinhos, duas bonecas ornamentais compradas na Grécia e um quadrinho "vagabundo", desses comprados na rua, mas com uma imagem bonita - um menino meditando à margem de um rio.

Filmes favoritos:
À Procura da Felicidade
A Fraternidade é Vermelha
Tomates Verdes Fritos
Prenda-me Se For Capaz
Ou seja: filmes sobre pessoas que se sentiam insatisfeitas e/ou estavam realmente infelizes e buscaram mudar de vida. Tenho certeza de que me projeto nos enredos o.O.

Onde foi o lugar mais longe que você foi?
Grécia.

Uma música?
Elephant Gun, do Beirut.

Uma frase:

O que faço hoje é importante, pois estou perdendo um dia de minha vida por isso.

Não me lembro quem é o autor, mas NÃO é o Bob Marley, a quem muitos atribuem essa frase.

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Voltando ao assunto da minha insatisfação profissional... Sei que estou num emprego temporário, etc - senão eu não teria vergonha na cara -, que tenho que ter paciência e tals, ao mesmo tempo que eu busco por algo melhor; mas, de qualquer forma, creio que, daqui a alguns anos, eu me lembrarei desta época como um bom período da minha vida, ao qual - talvez - eu não esteja dando o devido valor.

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Mas é isso, então! Um beijo!

Usa Windows pirata e depois reclama na Microsoft

Eu não me espanto mais com a situação do Brasil. Com a corrupção, com o "coitadismo" e adjacências. Não me impressiono quando vejo que um deputado construiu um castelo medieval (provavelmente) desviando dinheiro público e sonegando tributos. Não tenho dó do povo brasileiro também; a maioria tem o que merece.

(O que me impressiona socialmente falando são as peripécias dos bandidões para atingir seus objetivos no campo da violência corpo a corpo, da violência de verdade. Sei de uma história - que não ocorreu no Brasil, mas sim no Paraguai - em que o traficante matou um bebê, estripou-o e colocou cocaína dentro da pequena carcaça para poder passar tranqüilamente pela fronteira em direção ao Brasil... Esse tipo de coisa me espanta.)

Outro dia, lendo o blog da Ana Maria Cordovil, vi um vídeo com outro tema que me impressiona: a falta de educação das pessoas. O vídeo é o que está aqui e é basicamente o seguinte: uma pessoa usava a versão pirata do Windows em seu computador; aceitou a atualização on line e começou a dar aquela mensagem de erro quando se inicia a máquina. Até aqui beleza, normal. Todo mundo faz isso, não adianta ser hipócrita, não sou eu quem jogarei pedras.

A questão é que a dona do computador com o Windows sem licença, com o aviso de que "foi vítima de software pirata", teve a CAPACIDADE de ligar na MICROSOFT reclamando daquela mensagem e ORDENANDO ao atendente que a ensinasse a desfazer a atualização. Como o coitado do telefonista solicitava os dados da madame e da mademoiselle (a filha) para que pudesse abrir um processo e tals e executar o procedimento cabível (e possível) - aquelas coisas normais de serviço de atendimento -, a louca simplesmente começou a xingar o mundo inteiro: o telefonista, a Microsoft, disse que foi "ludibriada" pela mensagem que pedia a atualização e ainda falava que ia processar, levar ao Procon!

Ouvindo a gravação, fica nítido de que não se trata de pessoas explicitamente ignorantes. Mãe e filha sabem - em tese - conversar, sabem procurar o número de telefone do serviço de atendimento da Microsoft, a louca mais velha conhece o verbo "ludibriar". Em certo momento, madame diz que sabia que instalou um Windows pirata. Ou seja: é gente que deveria saber discernir quando está certa ou errada, quando tem direitos ou não tem. Mas não. Elas ainda quiseram fazer e acontecer - através do telefone ¬¬ - contra a Microsoft e o coitado do funcionário. É como comprar um cd de músicas pirata e depois telefonar na gravadora para reclamar que uma música veio riscada...

Esse tipo de coisa ainda me impressiona: gente que se acha, mas não tem um pingo de educação de berço; que na hora do "vamos ver", só sabe gritar, xingar e mandar empregados tomar naquele lugar. Gente que conhece o verbo "ludibriar", mas não sabe o que significam as palavras "classe", "cortesia", "educação".

Sempre tive pena de telefonistas e atendentes de telemarketing. Nunca achei graça nas pessoas que os ficam xingando, os ficam "tirando", desligam o telefone na cara deles. Pelamordedeus! Gente, eles são empregados, funcionários que cumprem ordens, que seguem padrões estabelecidos por diretores de marketing, por gente superior a eles na hierarquia da empresa na qual trabalham. Não adianta nada ficar xingando e humilhando essas pessoas.

Telefonistas TÊM, sim, educação e "desconfiômetro". Eles têm a noção de que costumam ser enfadonhos. Os que oferecem produtos sabem que telefonam em horários inoportunos e/ou são inconvenientemente insistentes em suas propostas. Ou alguém acha que empresas do tipo Editora Abril, Jornal Folha de São Paulo, Unibanco, etc, contratam qualquer zé-ruela para falar com o público? Com certeza, não. Esses profissionais são gente esforçada, trabalhadora, mas que VAI preferir ser inconveniente e ouvir desaforos dos outros a ter um outro emprego ruim ou a passar necessidade. Se os métodos de abordagem deles são ruins, se eles se apegam demais ao protocolo, a culpa é das empresas. Quer xingar alguém? Xingue a Telefônica, a Vivo. Xingue as empresas - elas merecem mesmo, nessa parte. No entanto, DEVE-SE ter em mente que os funcionários delas cumprem ORDENS para não passar fome.

E assim caminha a humanidade.

A propósito: quando empresas me telefonam e eu não estou interessada, eu simplesmente respondo isso: digo que não estou interessada e agradeço, mas no momento tal produto ou serviço não me será útil. Se insistem, eu insisto também e sou firme na minha resposta. É a postura mais sensata, na minha opinião.

Para um adorável Professor

Há tempos eu queria colocar aqui uma singela homenagem a um professor que, muito gentilmente, me ajudou na época em que eu estava pesquisando sobre temas para o mestrado.

Ele já é um senhor, é muito culto e tem os olhos da cor deste mar (penei para achar uma foto com a exata tonalidade):

"Tudo nele era velho, exceto seus olhos, que eram da mesma cor do mar, alegres e inderrotáveis."
(Ernest Hemingway, em O Velho e o Mar)




PS:(E meu professor nunca saberá deste post ;) .)

Vocabulário Para Netos

Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.

Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.

Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.

Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.

Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.

Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.

Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.

Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente estando apressado não reclama.

Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.

Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.

Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.

Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossa mão e recomenda cuidá-la.

Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.

Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.

Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.

Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.

Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.

Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.

Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.

Morte: Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade.

Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.

Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.

Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.

Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.

Perdão: É uma alegria que a gente se dá e que pensava que jamais a teria.

Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.

Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.

Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.

Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.

Reencarnação: É quando a gente volta para o corpo, esquecido do que fez, para se lembrar do que ainda não fez.

Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar, e estando perto, querer parar o tempo.

Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.

Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.

Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.

Solidão: É quando estamos cercado por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.

Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.

Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.

Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra, geralmente pior.

=De Luiz Gonzaga Pinheiro, em O Homem que Veio da Sombra.

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Hoje não vou reclamar por aqui. Perdi mais uma coisa devido a esse meu problema com o namoro - que, real e finalmente, está entrando nos eixos. Eu me pergunto até onde tudo o que eu fiz valeu a pena, mas creio que só o tempo dirá...

Ao invés de reclamar, mais vale, daqui a pouco, ir para a academia.

Não tenho título para este post.

Well, estou bem. Termino meu namoro ainda nesta semana. Só não vou terminar por telefone porque faz favor, né?

Estou otimista. Há coisas que sei que estão acontecendo e que ainda vão acontecer - clarividência ;). Mas, para não melar - hehehe -, prefiro escrever sobre isso depois.

Obrigada a todas as pessoas superlegais que me deixaram comentários incentivadores. (Homens comentando sobre relacionamentos sempre são os mais pragmáticos, hahaha.) Obrigada, em especial, à fofa da Camila, que conversou comigo por e-mail.


Beijos a todos.

O site de Pandora

Aí que ontem eu estava procurando na internet os resultados das eleições e cheguei nesta seção do site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Uma beleza. Lá tem todos os dados que interessam: quantidade absoluta de votos de cada candidato - tanto a prefeito quanto a vereador -, quem acabou se elegendo de fato, a porcentagem de votos de cada um, etc.

Eu pesquisei sobre os resultados da minha cidade, das cidades próximas, das cidades onde moram meus parentes, das cidades onde moram meus amigos, das cidades pelas quais eu cultivo uma certa empatia; enfim, de todas as cidades que me interessam. É praticamente um Orkut das eleições, tudo público.

Creio já estar bem vacinada em relação à política, embora eu ainda goste do assunto. Já vi coisa de que até Deus duvida em eleições. Assim, pouca coisa ainda me espanta. Nem falta de vergonha na cara de políticos, nem gente vendida, nem alianças espúrias. De fato, desde que eu comecei a acompanhar, para valer, política e eleições, eu passei a não ter mais dó do povo brasileiro, em sua imensa maioria. Pessoas que vendem voto não são umas coitadinhas, vítimas do sistema, mas sim oportunistas, gente que se aproveita da situação, pessoas sem educação alguma. Puros malandros.

Vendo as relações de vereadores de várias cidades, fica mais do que evidente em que tipo o povo brasileiro vota com entusiasmo: pastores religiosos, médicos e/ou dentistas, "artistas" (como o Netinho de Paula em São Paulo) ou figuras nada mais do que socialmente prestigiadas, como o "Marquinho da Vanda" ou o "Jairzinho da Promoção". É praticamente um Big Brother Brasil com médicos, religiosos e mulheres-fruta, as locais.

Sei que existem exceções, é óbvio. Certamente há pessoas bem-intencionadas, que se candidatam para colaborar com a sociedade, que não estão atrás pura e simplesmente de poder e dinheiro. No entanto, se candidatos com essas características atingirem coisa de DEZ por cento dos eleitos, já podemos soltar rojões para comemorar.

Na minha cidade, por exemplo, o que teve mais votos foi um dentista que, mui "fraternalmente", "distribui" dentaduras durante todo o ano eleitoral. Que bonzinho, não é mesmo?


Outro vereador foi um pastor que "ajuda" MONETARIAMENTE pessoas, para que elas o "apoiem" nas eleições. Uma santa alma.


E a polícia faz o quê? Prova que alguns de seus membros não servem para muita coisa.
Juro que eu vi gente fazendo propaganda de candidato
escancaradamente, num lugar público, em plena sexta-feira pré-eleição - o que é proibido, para quem não sabe. E vi a coisa de dois quarteirões de uma delegacia.

E esse é um padrão em TODO o país. TODO.


E, antes que eu me esqueça: num comício de comemoração da vitória de domingo, a banda de música "tocou" a "música"
Créu. Bem, mas nada mais coerente com o nível cultural de quem vota em troca de uma dentadura, de quem voto em "pastor" evangélico, de quem voto em troca de tijolos. Quereria eu o quê? Que se tocasse, para ficar no popular, rock nacional? Que se tocasse Titãs? Bichos, saiam dos lixos! Baratas, deixem-me ver suas patas! Ratos, entrem no sapato do cidadão civilizado...

Bem, o que me faz NÃO ficar irritada num cenário desses é que, em primeiro lugar, eu SEMPRE, por TODA minha vida, estarei, sob todas as perspectivas, MELHOR do que: alguém que faz questão de dar uma de morto de fome e vender seu voto por ninharia; e de políticos ignorantes , que nunca sequer tiveram o prazer de ler um livro, mas supõem ter a melhor vida ever porque um batalhão de puxa-sacos interesseiros estão sempre vindo na direção deles. Credo...

E é sério, não fico irritada, e por motivos racionais. No máximo, tenho um certo asco pelo panorama.

E, em segundo lugar, porque NADA é eterno. É só estudar a História para ver que costumes mudam, dinastiam caem, ignorância passa. Nem é preciso ir muito longe no tempo para perceber isso: é só pegar os exemplos de decadência de Maluf, em São Paulo, ou de Leonel Brizola, no Rio, em seus últimos anos.

Felizmente, e creio ser isso uma condição humana, as máscaras sempre caem, ainda que tardiamente - especialmente, no caso do Brasil.

Particularmente, eu não vislumbro uma melhora substancial, em termos quantitativos, no eleitorado brasileiro em, pelo menos, uns quarenta, cinqüenta anos. Mas que vai melhorar, vai. E, mesmo que demore, paciência, fazer o quê? Não rola - para mim - se descabelar e ficar revoltado com o mundo. É melhor desprezar mesmo. Não dá para esperar que tudo seja perfeito, não é? Hahahaha, ;)


Assim, quem viver verá: na democracia, personalidades políticas demagogas e corruptas sempre entram em decadência, sempre caem. E de quatro ^^.



Beijos, boa semana.

Songs for a lowsy day

Segunda-feira foi um péssimo dia para mim. Poderia ter sido pior? Sim, claro: alguém que eu amo poderia ter morrido; eu poderia descobrir que o meu namorado me traiu com a maior vagabunda da faculdade dele; ou eu poderia ter falido completamente. Mas nada disso aconteceu. Só eu e minha família estamos parcialmente falidos. Pois é.

Não sei se eu sou otimista como um mecanismo de proteção (mental), mas acredito - racionalmente - que os problemas que estamos tendo são transitórios e que, num futuro mais ou menos próximo, as coisas estarão melhores. Amém.

Enfim, segunda-feira foi difícil, mas eu passei o tempo livre ouvindo umas músicas que fizeram o dia ser menos ruim. Eis a lista, na ordem, do CD que eu acabei gravando:

1 - Here Comes Your Man, Pixies
Uma música que inspira alegria. Dica do Lutto T. Nebroso (é...).

2 - Mind Over Matter, Del Shannon.
Conheci graças a uma coletânea organizada pelo autor do blog La Dolce Vita. Sabe aquela vibe fim dos Anos 50, começo dos 60? Ouço Mind Over Matter e me "lembro" de um correlato de James Dean, confuso e perturbado, andando de carro conversível vermelho pela Itália nos Anos 50.

3 - End Result, Jeffrey Lewis.
É a música do comercial do IG - aquele que tem uma estátua. Gostava mais dessa música até prestar atenção na letra, muito "eu moro em Nova York, mas sou contra o sistema". Mas ainda gosto de ouvi-la.

4 - I'll Be Waiting, Lenny Kravitz
Ouvi na novela Beleza Pura semana passada ^^.

5 - Have a Cigar, Pink Floyd
Well, com os problemas que eu estou tendo mais com o projeto de mestrado (que terminei semana passada), estava me dando vontade de (voltar a) fumar. Porque, né? Além de distrair a mente, é um momento charmoso na vida, hahahaha. Mas falando sério: esta música me faz sentir como se estivesse fumando, mas sem fumar, de fato. Fica só o charme, hahaha.

6- Canção da Falsa Tartaruga, Adriana Calcanhoto
Esta música me lembra dos momentos bons e singelos da vida.

7 - Peixe Vivo, Milton Nascimento.
Quem tiver o privilégio de ter antena parabólica em casa, não precisa passar pelo desprivilégio de assistir ao horário eleitoral gratuito, pois, na Globo, está passando, ao invés de políticos, a minissérie JK. Aí, eu assisti uns episódios e no final toca esta música, muito bonitinha, por sinal: "Como pode um peixe vivo / Viver fora da água fria? / Como poderei viver / Como poderei viver/ Sem a tua/ sem a tua/ sem a tua companhia".

8 - Bangladesh, George Harrison

9 - We Can Work It Out, The Beatles
Eu já fui muito fã dos Beatles, do tipo que não escutava mais nada além deles. E também sabia tudo da vida deles, das (ex-)mulheres, dos álbuns, etc. E é engraçado porque, sempre que estou com algum problema, eu ouço Beatles - e George Harrison - e me lembro do quando a vida é comprida. Eles foram talentosíssimos e passaram por muitas coisas, nem sempre boas, mas isso correspondeu a apenas uma parte da vida deles, nem a metade (quando estiveram juntos, de fato). Fizeram e viveram muito mais depois. Eu transponho isso para a minha vida: um problema que eu tenho hoje será uma lembrança irrelevante quando eu tiver 60 anos, quando eu ainda sequer estarei no fim da minha vida. "Planejo" morrer com 80 anos ^^. Para que sofrer, então?

10 - I Only Have Eyes For You, The Flamingos
Conhecia esta música desde a minha infância, de um especial da Disney que eu tenho gravado ^^. Na verdade, é um clássico. Mas relembrei dela na semana retrasada quando a ouvi em Alguém Tem que Ceder - um filme excelente, aliás.

11 - Life is Love, Bob Sinclair
Para uma vibe "estou na balada e fuck the rest".

12 - The Wild Ones, Suede
Esta eu conheci num tempo bem difícil da minha vida, quando o meu último namoro terminou (de uma forma péssima). Um amigo, com quem eu sempre desabafava na época, gravou um CD para mim, de músicas alternativas, em que havia esta do Suede. É uma sensação tipo "Inglaterra, Anos 90", sabem? Gosto muito. E, não, nem lembro daquele ex (afff) quando escuto The Wild Ones.

13 - China Girl, David Bowie
Quando ouço esta música, sempre me vem à mente a China girl do clip e sua arcada dentária.

14 - Apologize, Timbaland feat. One Republic.
Outra da Beleza Pura, mas eu conheci antes em versão remixada, que toca sempre na academia.

15 - Madrigal, Lazza.
"Quando a luz do sol / invade o céu..."

16 - Céu de Santo Amaro, Caetano Veloso e Flávio Venturini.
"Olho para o céu / Tantas estrelas dizendo da imensidão / Do universo em nós/ A força desse amor / Nos invadiu / Com ela veio a paz, toda a beleza de sentir..."

17- Outro Lugar, Milton Nascimento

18 - Sem Palavras, Marlon & Maicon.
Não, não curto música sertaneja. Estas últimas fizeram parte da trilha sonora da novela Cabocla, essa que acabou um tempinho atrás, do Vale a Pena Ver de Novo. Não gosto de me prender a novelas justamente porque eu meio que fico viciada e "perco" tempo assistindo. Menos ainda gosto dessas novelas estilo Benedito Ruy Barbosa (Cabocla, Terra Nostra, Rei do Gado), pois as considero meio cafonas. Mas a questão é: meu namorado me disse que via Cabocla quando passou pela primeira vez, em 2004, e que tinha sido a melhor novela a que ele tinha assistido. Assim, eu passei a assistir também, agora na reprise, porque isso me fazia sentir mais perto do meu namorado, durante a semana (L)(L)(L). E também baixei a trilha sonora de tanto que gostei da novela (L).

19 - Nova York, Chrystian & Ralf.
"Tinha um sonho / Ir pra Nova York / levar a namorada!".

20- Cheiro de Shampoo, Chrystian & Ralf.
Hehehe, estas não são da novela, mas sim de quando eu não tinha (pre)conceito cultural e ouvia música sertaneja, mais precisamente da minha infância \o/. Inclusive, eu acho que na época que eu escutava essas músicas, o "ChrYstian" se chamava "ChrIstian"... Um dia desses vi um cd do tipo "Perfil - Christian & Ralf" num desses sites de downloads, e resolvi baixar. Coloquei para aproveitar o restinho de espaço no CD-R ;).
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Sei que o post ficou longo, mas ainda gostaria de repassar o selinho que ganhei da Idylla:











Este selinho vai para a aniversariante do dia, a Ana Carolina. E seria justo também dedicá-lo, in memoriam, para a Greta Garbo, hahaha. Parabéns, amiga, muitas felicidades.
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Um beijo a todos, bom findi.

A natureza sorri

Sorria você também! :)))


Uma boa semana!



PS: Post 100% copiado do blog Entre Nós, da Ana Maria Cordovil.

Em suma...

Infelizmente, não tenho tido tempo de escrever aqui tudo o que eu gostaria...

Acho que, quando se faz um blog, as pequenas banalidades cotidianas se tornam objeto de reflexão, não é? Vê-se qualquer coisa boba na TV e já se forma uma opinião, a qual dá vontade de compartilhar no blog, hehehe.

Mas, enfim, eu não curto escrever um post com vários assuntos misturados. Como que eu vou pôr num mesmo post trechos interessantes de um livro de filosofia que eu estou lendo e críticas comezinhas ao programa da Angélica-mulher-do-Luciano-Huck? Não rola, né?

Então, por ora, só vou dizer que, nesta semana, andei tão ocupada com estudos/pesquisa a ponto de me deixar meio perturbada. E esta perturbação me motivou a fazer coisas que eu sabia que não deveria. Já está tudo resolvido, mas me fez perder tempo. Não gosto de não cumprir o meu planejamento. (Quem gosta, né?) Mas não sou de ficar me lamentando. Vamos andando... Vivendo e aprendendo a controlar as adversidades.

E também vou repassar os selos recebidos recentemente e um meme :D.






Recebi de: Camila.
Repasso-o para: Dafne.












Recebi de: Idylla.
Repasso-o para: Dany.












Recebi de: Idylla.
Repasso-o para: Maldito.

Meme passado pela Idylla!

1.Qual a 1° coisa que você faz quando olha no espelho de manhã?
R: Vejo se eu estou bonita. Hahahaha, tem que ser sincera, né?

2. Batom ou gloss?
R: Batom.

3. Creme pra pele ou filtro solar?
R: Depende. Se for de dia e estiver sol, filtro solar. Se for à noite e estiver frio, creme para a pele.

4. Quando você vai pra balada, o que não pode faltar na produção?
R: No mínimo, sombra, lápis de olho e rímel. E um salto alto, né? :P.

5. Se você tivesse que escolher só um acessório de maquiagem pra levar pra uma viagem, qual seria?
R: Lápis de olho.


6. Pele branquinha ou bronzeada?
R:Branquinha, em geral, porque eu não sou de tomar sol. Mas tanto faz.

7. Você não sai de casa sem…
R: Celular.

8. Comer chocolate mas ter espinhas ou pele linda sem chocolate?
R: [Idylla] Comer chocolate, mas com moderação!
[/Idylla].

9. Você leva um espelho na bolsa?

R: Não.

Repasso este meme para: a Taty.

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Músicas da semana:

What's Life?, George Harrison.
Kimberly, Patti Smith.

Comecei a ouvir Patti Smith através do blog Guerrilha Cultural. Estou adorando. Rock clássico.

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Um beijo, bom final-de-semana a todos.

Keep the faith


Alguns seres humanos, se cachorros fossem, não fariam o mesmo :P.

--- Selinhos!














Ganhei de: Camila.
Repasso-o para: Dany.














Ganhei de: Dany.
Repasso-o para: Idylla.

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Boa quinta!


***Update***:
Keep the faith MESMO!

Complete os três pontinhos: "A Humanidade é..."

Às vezes, eu me pego pensando que a Humanidade é... Seria somente curiosa?

Vejamos por que eu estou dizendo isso:

-Antigamente, não havia, nas residências, abastecimento de água através do sistema de encanamento. Muito menos água quente e potável. Hoje, vejo revistas femininas indicando que se tome banho FRIO no INVERNO para não ressecar a pele. Ah, mas seria “para não detonar a pele, deixá-la descamando e coçando, o que é bastante incômodo”? Não. É por pura estética. Para ficar "bonita no inverno, “bonita o ano todo".

-Antigamente, não se tinha comida em abundância, muito menos dinheiro para comprar iguarias supérfluas. Bala era quase artigo de luxo no Brasil, há coisa de cinqüenta anos. Refrigerante consumia-se só nas festas de fim de ano. Aliás, há relativamente pouco tempo, a maioria das famílias brasileiras não comia nem carne todos os dias. Hoje, pode-se comprar - e compra-se - algum alimento ruim e proporcionalmente caro, como bolachas recheadas, por exemplo, para depois ficar morrendo fazendo abdominal oblíquo na academia.

Tomando por esses pequenos exemplos, a Humanidade seria o quê? Engraçada? Patética? Paradoxal? Não encontro o adjetivo correto, le mot juste...

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Uma vez, durante uma viagem, a excursão em que eu estava parou num famoso estabelecimento do lugar, no qual havia típicos doces caseiros, compotas, licores, etc. Uma mulher voltou para o ônibus com umas cinco sacolas, cheias de pacotes e vidrinhos de açucarados. Todo mundo reparou, e alguém, de fato, chamou a atenção da senhora, pela grande quantidade de doces - que, afinal, "engordam, né?". A resposta da mulher foi categórica: quando o meu pai ficou velho, ele finalmente tinha dinheiro, mas não comprava doces e outras coisas, porque não podia comer, por problemas de saúde. Agora, eu vou ficar me privando?.

É para se refletir.

Um beijo, boa semana.

PS: le mot juste: expressão francesa, bastante recorrente entre francófonos e literatos, e que significa "a palavra exata, própria, adequada ao contexto".

São Paulo sitiado

*Eu iria publicar o conteúdo abaixo na quarta-feira à noite, com o título de "Pero que las hay, las hay". Porém, como todos devem saber, houve uma pane no sistema da Telefônica (detentora do Speedy) em todo o estado de São Paulo da noite de quarta até ontem. Ficamos interneticamente sitiados, sem contato com a civilização.

Hoje era para ser um dia de glória. Não só a Ingrid Betancourt foi libertada, como também fiz a minha última prova difícil da graduação. Estudei bastante mesmo, queria ir muito bem. Mas fiquei chateada porque, depois que saí da prova, vi que tinha errado uma coisa boba porque confundi dois termos. Isso freou a minha animação. Sei que é raiva por algo irrelevante no contexto da vida, etc, mas estou amarga por conta disso.

Aliás, eu tô numa época de achar que tudo tem dado errado. Tô para receber uma certa grana faz mais de seis meses. E não sai. E eu tô perdendo a esperança. Fiz uma inscrição para uma bolsa de estudos que não deu certo. Fiz a inscrição para participar de um simpósio e não deu certo também.
Não sou uma pessoa pessimista, mas estou assim há um tempo já.

E até coisas mais corriqueiras estavam meio em off. A TV do meu quarto estava com chuvisco, minha internet não está funcionando [culpa da Telefônica, na realidade. Eu era menos infeliz e não sabia] e até o meu controle remoto estava perdido. Afff...
Tenho que tomar alguma atitude - acender um incenso, me benzer, sei lá. Porque as bruxas estão soltas.

Então, ontem, eu fui à terapia e contei esse meu dissabor por causa dessa prova - na qual, eu tirei 6,9, fiquei sabendo depois. Aí o meu psicólogo me contou uma historinha a respeito do filho dele, de 7 anos. Houve uma época em que o menino chorava desesperada e compulsivamente quando tinha prova, sofria mesmo. Blá, blá, blá, enfim... Com certeza, quando o garoto crescer, ele vai pensar em como ele sofreu à toa por causa de escola, mas é claro que, à época, ele tinha seus motivos e os superestimava.

Sei que um dia vou olhar para trás e me sentir uma boba de ter sofrido por causa de uma prova cujas matérias são totalmente superestimadas - pelo professor, principalmente. Mas não estava conseguindo chegar a esta conclusão. Aliás, está sendo difícil eu colocar as coisas numa perspectiva otimista-realista ultimamente.

Bem, mas pelo menos melhorei em relação a esse assunto da prova superdifícil... Tenho que melhorar mesmo é quanto a ser menos dramática em geral - e sofrer menos, portanto, por coisas que não são extremamente relevantes.
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Música da Semana: Anyday, do Derek & The Dominos, outra banda do Eric Clapton. Para falar a verdade, eu ouvi tanto esta música durante a semana, mas tanto que até já enjoei. Mas é legal :).
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Assisti hoje ao último filme do Rambo. Gostei. Não é muito comprido, ou seja, não tem muito blá, blá, blá. Tem é muito sangue, violência, decapitações, tiros. Para um filme do gênero, nota 10.
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Um beijo!

 
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