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Se não tem tu...

Está muy tarde, não estou com muito sono e tô com uma vontade-incontrolável de escrever alguma coisa. Tô num frenesi total de não-fazer-nada. Só fico na net, lendo blogs sobre maquiagem e cosméticos; na TV, sou assídua em Viver a Vida e em BBB. Só. Acabou. Nem com ânimo para ler, eu estou muito. Mas, beleza, não estou em depressão, não. Estou relaxando o cérebro, a mente, sei lá, hehehe.

Mas voltando à gana de escrever... Acontece que eu não tenho muita-vontade e paciência de começar a falar sobre qualquer assunto. Eu sou mais de ler uma notícia ou um post e opinar sobre.

Chega a me dar vontade de escrever todo um post sobre Big Brother. Ah, mas-sei-lá, sabem?

Well, então fico por aqui.

Ah! Lembrei-me de que hoje eu fui ao cinema ver um filme PÉSSIMO: Lobisomem. Uma verdadeira bomba. Eu ficava pensando em deixar meu namorado lá na sala de projeção e ir dar umas voltas no shopping. Mãsss eu sou legal, né?

Agora fico por aqui mesmo. Triste por o ferido estar acabando =/.

Machado: um avatar de vício frenético

Eu tenho várias dicas a dar a quem interessar possa... Mas, não sei, me dá preguiça de escrever nos momentos oportunos, quando eu vejo ou as coisas e tals... Na verdade, eu enrolo para escrever aqui no blog porque é interneticamente "difícil" me logar nesta conta. É, sei que não sou muito normal...

Mas vamos às dicas:

Avatar: é um filme sobre conflito de civilizações, sobre guerra. Critica, sutilmente ou não, a política bélica americana. De todo modo, é um espetáculo: uma fotografia divina e roteiro bem feito. Merece o Oscar, porque é o filme inesquecível de 2009. Gostei tanto desse filme que fui assisti-lo duas vezes no cinema - apenas para rever a fotografia, as imagens, os efeitos especiais! A segunda vez, eu assisti em 3D. E um dia poderei dizer aos meus descendentes que assisti a "Avatar" em 3D no cinema, que foi um filmão!

Vício Frenético: não esperava muito desse filme. Na verdade, achei que era apenas mais um filme de ação para ganhar dinheiro dos que não têm muito o que fazer além de ir ao cinema. Mas acabei achando a película - ó, uso sinônimos para não repetir as palavras - muito bem feito, envolvente, com cenas fortes e memoráveis. Nicolas Cage sempre fez muito bem o papel de louquinho, meio psicopata. Indica-se.

Machado de Assis: sinceramente, não tenho palavras à altura da minha admiração e da qualidade literária de um dos maiores escritores de todos os tempos - vai saber se não "o maior"... O que me resta fazer é indicar o que eu considero mais do que o "normal especial" da obra dele.

-Romance: Memórias Póstumas de Brás Cubas. Essencial.

*Uma nota sobre Dom Casmurro: não sei até que ponto é producente mandar que se leia esse romance na escola, na adolescência. Eu acredito que, para depreender a mensagem, é necessário maturidade intelectual e emocional. Talvez só quem tenha sentido ciúmes na pele possa entender o protagonista. E talvez só quem tenha sentido ciúmes na pele e depois caído na real de que estava paranoico é que pode tirar algo a mais da história.

-Contos: Pai Contra Mãe, Aurora Sem Dia.

Claro que toda a obra ficcional de Machado deve estar disponível na internet. Mas ler pelo computador não é a mesma coisa que ler no papel impresso ><. Sorry, informática, perdeu aí (mas, pelo menos, só neste ponto)!

Existem uns livrinhos bons da ditora Martin Claret, da coleção A Obra-Prima de Cada Autor, com umas capas bonitinhas e um preço bem camarada (coisa de 10 reais). Vale a pena comprá-los para ler obras impressas. Além de romances, contos, poesia e teatro do Machado, há uma lista imensa de várias obras de vários autores. Tudo com a capa bonitinha e custo agradável às pessoas mais avaras (como eu).

"E as acusações de plágio contra a editora Martin Claret?", alguém mais por dentro pode perguntar. Bom, aí, ou a gente esquece, ou só compra os livros de escritores em português - já que, nestes casos, não houve tradução; portanto, nem plágio ;). O maior crédito dessa coleção são as capas bonitinhas, hehehe.

Um abraço!

PS: sentiu a "arte" do título do post? Hehehe.

O lado tonto da educação ideal (?)

O ruim de se ter uma educação - na escola, na "mídia", blá, blá, blá - que incentiva a ser uma pessoa "crítica" é que você passa a fazer avaliações e a racionalizar as coisas idiotas e sem importância: novelas, personalidades/celebridades, pauta dos programas de TV, etc.

Eu não consigo assistir a Viver a Vida sem:
- analisar as roupas das personagens da Bárbara Paz e da Camila Morgado - hoje, porexemplo, elas vestiram microvestidos; pensar em como a Bárbara Paz é esquisita; pensar em como o papel da Camila Morgado é medíocre para o talento dela;
- pensar nos absurdos do enredo;
- pensar na idiotice que são os nomes de algumas personagens - "Paixão", por exemplo;
- pensar em como os diálogos são clichê.
- pensar que todas as novelas desse autor seguem o mesmo esquema: Rio de Janeiro / classe média meio medíocre / bossa nova / temas sérios melodramatizados.

Hoje, porque eu estava/estou meio doente, passei o dia acamada, vendo TV. Assisti a uns 4 seriados, a 2 novelas, a 2 filmes e a 1 programa de TV.

-No GNT, vi o Superbonitas. Pelo site do programa, fiquei sabendo que o Alexandre Borges é quem será o apresentador nesta semana. O tema de hoje era a cor vermelha. Pois bem, apareceu o ator discutindo sobre roupa vermelha com a Cláudia Ohana. Em dado momento, eles fizeram comentários a respeito de uma calcinha vermelha da atriz! Avaliação: o que uma pessoa não tem que fazer para ganhar dinheiro.

- Durante os intervalos do GNT, aparece uma vinheta do canal, em que, sabe-se-la-por-quê, aparece de relance uma mulher seminua... Avalição: Pra quê? Isso significa o que em relação à filosofia do canal?

- Aí, mais tarde, vendo Dalva e Herivelto, a nova minissérie da Globo, eu penso: como a Dalva de Oliveira era corna/ coitada. Mesmo tendo sido abandonada há ANOS pelo Herivelto, ainda chamava por ele no leito de morte, sendo que ele não queria vê-la. Ah, sim: a avaliação sobre o Herivelto é de que ele foi um grande fdp. Aí, eu começo começa-se a pensar: a vida é muito complicada e comprida. / Deve-se deixar o passado para trás mesmo (mas é tão difícil!) / É difícil julgar as pessoas: a Dalva era, com todo respeito, uma ignorante; é até natural que ela ficasse presa à imagem do primeiro homem da vida dela, etc, etc.

- Se hoje se fazem minisséries a respeito de ídolos populares do passado, o que veremos num futuro ainda longínquo? A história da Carla Perez?

- De tarde - meio fora de sequencia temporal este post, eu sei -, vi O Preço da Coragem. Um filme excelente... Não tenho mais criatividade nem vontade de formular uma tese melhor sobre ele. A única coisa que eu quero dizer é que a interpretação da Angelina Jolie está muito boa nesse filme, bem melhor do que em A Troca... Se ela merecia um Oscar, era por O Preço da Coragem. Tese 2: VTNC os Bin Laden e simpatizantes de terroristas da vida! Malditos! Atrapalharam a vida de todo na última década. Ninguém ganha NADA com isso. Só esses viadinhos fundamentalistas que ganham uma coisa bem almofadinha mesmo: prestígio entre gente ignorante como eles. #prefiro-não-saber-nada-para-não-ficar-irritada.

- Depois, vi e gravei As Bruxas de Eastwick. Esse filme, que também é muito bem feito, é lenda para mim, porque eu o tinha gravado quando era criança. Nem lembrava que tinha efeitos especiais na história - apesar do título, hehehe. Enfim, esses filmes da infância, eu gosto de ver/gravar do jeito que eu assisti na primeira vez: dublados, no áudio original (da dublagem ;) ).
*Eu comprei, por exemplo, o box de De Volta para o Futuro e, como tudo que é passado para DVD, não vem aquela dublagem clássica de Sessão da Tarde. Assim, quando passar em algum canal furreca da vida (Band, Globo, TNT), eu ainda pretendo gravar a versão com a dublagem original! ;) Aquela que tem o McFly xingando enfaticamente os assassinos do Doutor de "desgraçados!" \o/.

Sério, ter blog e Twitter faz com que se tenha vontade de comentar sobre TUDO, a QUALQUER momento. Ontem, vi não sei onde que o excesso de informações (da TV, da internet) pode estar fazendo com que o cérebro humano fique sobrecarregado de dados. Independentemente de confirmação científica, eu estou assim: estressada por causa de coisas banais. Tenho parar com isso porque simplesmente não vale a pena.

Minha vida fica melhor quando não assisto muito à TV, nem acesso a portais na internet - os quais têm muita poluição visual e "informacional". #blé

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Bom Ano Novo!...
(Se bem que eu ando pensando, sobre mudança de anos, como disse o Maldito nesse post aqui.)

Faço o melhor que sou capaz...

Ai, ai... Me aconteceram uns problemas na última semana os quais eu quero simplesmente ESQUECER. Apagar da mente, no máximo que for possível.

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Eu SEMPRE me esqueço de fazer isso, mas vou, AGORA MESMO, colocar uma sacola "ecológica" dentro da pasta que uso todos os dias para levar meus materiais para a escola. Isso porque eu sempre passo em algum lugar depois da aula para comprar alguma coisa e ficam juntando sacola de plástico atrás de sacola de plástico aqui na minha casa. E, se eu acredito que há algo por que valha a pena lutar, é pelo meio-ambiente.

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Vi esta figura no blog da Ana Maria. Lembrou-me dos meus amigos.

Realmente, amigo de verdade te apóia até quando você fala que vai fazer uma idiotice (como lutar por um ex nada a ver, etc).

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Acabei assistindo a Crepúsculo duas semanas atrás, no Telecine. Como eu esperava é apenas razoavelzinho, para adolescentes. E nada mais. E ainda bem que eu não comprei o livro. Se a escrita for bem trabalhada, talvez seja interessante ler a obra, porque deve ter alguns momentos emocionantes e tals. Eu até curto livrinhos de narrativas água-com-açucar, de romancezinhos adolescentes. Mas daí a pagar 40 reais por uma historinha dessas me faz refletir...

Bom, eu não gosto, mas não tenho nada contra quem goste desse tipo de livro - Crepúsculo, Harry Potter, etc. Se isso faz meus alunos LEREM, eu ergo as mãos para o céu e agradeço. No mínimo, vai ajudá-los a cometer menos erros ortográficos, vai lhes incutir, inconscientemente, princípios de sintaxe. Hehehehe, já é muito.

Ah, só acho ridículo pessoas adultas e que se acham BABANDO por causa de Harry Potter ou Senhor do Anéis, coisas do tipo. Conheço gente assim e acho meio patético. Mas, como eu não tenho nada a ver com isso, então, que se dane ;).

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É isso.

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:**

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Título do post inspirado na música O Vencedor, dos Los Hermanos - pra quem não sabe :D.

Am I hallucinating here?

Na primeira vez que eu tive um problema sério com uma classe, eu quase chorei em sala-de-aula, de nervoso e de humilhação. Concentrei meus pensamentos no meu namorado - aliás, mais especificamente, no que ele me diria naquela hora, porque ele é muito individualista e tem muita autoestima - e consegui me segurar. Só chorei quando cheguei em casa, na frente da minha mãe, coisa que não costumo fazer. E, na noite daquele dia, não consegui dormir.

Na segunda vez que eu tive um problema sério na escola - dessa vez com uma aluna, da mesma classe fatídica de que eu falei acima -, eu fiquei umas boas horas encanada. (Chamemos essa aluna de Aluna Insuportável, porque estamos na internet. Ao vivo, a alcunha que eu dei a ela é bem mais pesada.) Pensava se iria dar problema, se iria ter reclamação de pai, etc. Isso porque eu disse para a menina que gritar e atrapalhar durante a explicação da matéria era idiotice.

Na terceira vez que eu tive um problema com um aluno - adivinhem de que sala... -, eu fiquei algumas poucas horas pensando, encanada. Como na vez anterior, eu dei uma resposta àcida e merecida devido à impertinência e à folga do indivíduo.

Na quarta vez que eu tive problema na escola, com duas alunas, obviamente da famigerada sala, eu desencanei em pouco tempo. Contei para todo mundo: professores, amigos, namorado, mãe, tio. E até cheguei a perceber que eu fui cruel com uma delas:

Aluna insuportável, num tom de deboche: Eu queria que você escorregasse nesse lápis que está aí no chão e caísse.
Eu, a professora: Ai, Aluna Insuportável, eu queria que você morresse. Aliás, outro dia, vi no Orkut de uma menina da classe uma mensagem de luto em relação a uma pessoa com o mesmo nome que o seu. Fiquei até animada, pensando que fosse você. Mas não era...

Esse último caso aconteceu hoje.

Mais tarde eu descrevi essas meninas para uma amiga minha. E esta assim as definiu, na fonte original usada no MSN:
"deixa eu traduzir... são tchutchucas, metidas a piriguetes, estagiárias de puta, que são autênticas lavadeiras..."

Sim, sim. E o melhor de tudo é que EU FAÇO os alunos aprenderem, no 9º ano de Ensino Fundamental, conceitos de gramática que (a maioria dos) alunos das faculdades de Letras não entendem. Conceitos como oração principal, oração adverbial, etc. Devo pedir desculpas pela minha falta de modéstia?

Uma vez, eu estava falando
para esta sala (dentro de uma contexto de estudo) sobre pessoas que se acham:
Aluna Insuportável: Pessoas que nem você?
Eu, a professora: Não, eu não me acho. (Frase oculta: Eu tenho certeza.)

Bom, pelo menos a boa notícia do dia é que eu levei, para os alunos do 6º ano, uma revista francesa de moda, para falar sobre a linguagem visual usada nas propagandas, e eles adoraram.

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Até peço desculpas pelo tom esnobe do post, mas, quando se trata de educação, especialmente na escola pública, eu sou muito ortodoxa e até intransigente. Tenho por princípio de que os alunos devem receber a melhor instrução DO MUNDO, porque essa é a escolha profissional ÉTICA do professor, e porque eles têm esse direito. Assim, como têm o DEVER de se comportarem como os melhores alunos do mundo - ou, no mínimo, como gente civilizada.

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Beijos, tchutchucos!

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PS1: Me lembrei desta cena de Picardias Estudantis. Eu sou mais ou menos como esse professor, hahaha. (Mas não rasgaria o papel.)

PS2: O título do post também é uma referência ao filme. É isso que o professor fala quando o aluno maconheiro da classe recebe, por delivery, uma pizza dentro da sala de aula.

Demian, Bastardos Inglórios e Pedagogia

Eu estou há meses para terminar de ler Demian, do Hermann Hesse. MESES. No começo, eu achei legal, me empolguei. Mas depois, e ainda agora, virou uma leitura arrastada, cansativa, pesada, só por obrigação.

Não gosto de ler por obrigação. Me sinto uma adolescente que lê Machado de Assis sem realmente compreender, apenas para fazer provas e vestibulares. Eu, aliás, considero contraproducente mandar jovens lerem Dom Casmurro, por exemplo. Certas obras, sem um pouco de maturidade e experiência de vida, não rolam.

Outra coisa de que eu não gosto de fazer é de ler resenhas antes de ler o livro em si. Para não me influenciar. Tanto que, várias vezes, eu li um livro e depois fui pesquisar sobre ele na internet e encontrei resenhas e opiniões quase nada a ver. Então, eu prefiro pegar o livro - que, em geral, chama minha atenção pelo prestígio entre os críticos - e simplesmente ler. DEPOIS eu me inteiro dos juízos a respeito.

Mas, enfim, agora eu vou até o fim com Demian. E vou pesquisar a respeito, sim, antes de terminar, para ver se encontro algum sentido melhor do que o que eu depreendi até agora.

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Mudando de assunto: assisti a Bastardos Inglórios, último filme do Tarantino. Sinceramente, houve momentos durante a sessão em que eu me senti entediada - porque eu sou do contra :P. Mas depois do filme, eu fiquei muito tempo pensando a respeito do enredo, das cenas. Me deu até vontade de assistir novamente, neste fim de senama... Então, CLARO que é um bom filme. Ser do Tarantino já indica a qualidade.

No entanto, ainda considero os dois Kill Bill o auge do diretor. Roteiro, fotografia e atuações PHODA.

Algumas opiniões sobre Bastardos Inglórios:
- O MAIS interessante do filme é que, em muitas cenas, o idioma falado não é o inglês. Como o pano de fundo é a Segunda Guerra Mundial (para quem não sabe), há várias partes em que se fala alemão e francês, e até italiano. Mesmo a Diane Gruger interpretou em alemão. Eu achei esse recurso do filme bastante interessante.
- A melhor atuação ficou por conta do ator Christoph Waltz, o nazista "Caçador de Judeus", que intrepreta em vários idiomas e tem uma excelente presença em cena.
- A personagem da Diane Kruger não serviu para nada. Acho que só apareceu para mostrar a atriz, que está muito bonita no filme.
- Já tinha visto um filme francês com a atriz Mélanie Laurent, que interpreta a judia da história. Ela aparece loira em Bastardos Inglórios, mas acho que ela fica mais bonita ruiva ou morena. (Este comentário poderia ter a tag "observações ultra-relevantes", hehehe...)
- Através desse filme, eu descobri a música Cat People, do David Bowie. Pagaria dois ingressos por isso.
- As cenas mais engraçadas são: uma, no começo do filme, com o Hitler falando "Nein, nein, nein" e batendo na mesa, de raiva; e outra com o Brad Pitt falando em italiano.

Nota geral do filme: 9,0.

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E eu tô estudando para os concursos. Pedagogia é interessante, em tese. Apesar das palhaçadas que alguns pesquisadores PRESTIGIADOS escrevem - coisas do tipo "uma escola ideal não pode existir num mundo capitalista, blá, blá, blá...", hahahaha. Mas certos conceitos e métodos são, pelo menos, intelectualmente estimulantes.

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Beijos.

Fazendo sempre o melhor

Sabe quando você está com muitas coisas para fazer, muitas coisas para organizar, tem de checar datas importantes para confirmar prazos decisivos, tem que ler livros (obrigatórios, úteis e/ou por gosto) e todo o etc possível? Mas, no final, você "começa"a fazer tudo isso, ligando seu computador, acessando seu Orkut, suas três contas de e-mail e seu blog? Pois é ^^. Não faça hoje o que você pode fazer na semana que vem, esse é meu lema.

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Anyway, recebi um selinho da Idylla!

Muito obrigada! Repasso-o para a Ana Carolina, que agora tem um segundo blog.

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Uma dica televisiva: quem tiver HBO em casa, veja o mais novo seriado brasileiro, Alice. Eu assisti ao primeiro episódio, no domingo passado, e achei muito legal, SUPER bem-feito, com um ótimo roteiro. Dá gosto, muito superior - em termos de roteiro - ao 9mm: São Paulo (que não é ruim, mas meio forçado).

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Quatro músicas que estão no meu MP4:
-uma antiga: I Am A Rock, da dupla Simon & Garfunkel.
-duas dos Anos 90: Love Is All Around, do Wet Wet Wet, e Life Is A Rollercoaster, do Ronan Keating.
-uma atual: Viva La Vida, do Coldplay.

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Ontem eu vi Trovão Tropical no cinema. Não gostei muito, não, e acho que ninguém que estava na sessão achou muito legal. Só vi duas pessoas na sala de cinema se esbaldando de dar risada - entre elas, o meu namorado. Eu ria de vê-lo rindo. Há filmes com o Ben Stiller MUITO melhores, como Quero Ficar Com Polly e Quem Vai Ficar com Mary?. Agora quero ver Controle Absoluto.

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TOMÁS TURBANDO manda e-mail para programa de televisão e é cumprimentado no ar. [Eu tenho dó.]

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Uma frase - aliás, duas:

Ter um filho é como fazer uma tatuagem na cara. Você precisa realmente ter certeza de que é isso que você quer antes de se comprometer.
Do livro Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert.

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Uma boa semana!

São Paulo sitiado

*Eu iria publicar o conteúdo abaixo na quarta-feira à noite, com o título de "Pero que las hay, las hay". Porém, como todos devem saber, houve uma pane no sistema da Telefônica (detentora do Speedy) em todo o estado de São Paulo da noite de quarta até ontem. Ficamos interneticamente sitiados, sem contato com a civilização.

Hoje era para ser um dia de glória. Não só a Ingrid Betancourt foi libertada, como também fiz a minha última prova difícil da graduação. Estudei bastante mesmo, queria ir muito bem. Mas fiquei chateada porque, depois que saí da prova, vi que tinha errado uma coisa boba porque confundi dois termos. Isso freou a minha animação. Sei que é raiva por algo irrelevante no contexto da vida, etc, mas estou amarga por conta disso.

Aliás, eu tô numa época de achar que tudo tem dado errado. Tô para receber uma certa grana faz mais de seis meses. E não sai. E eu tô perdendo a esperança. Fiz uma inscrição para uma bolsa de estudos que não deu certo. Fiz a inscrição para participar de um simpósio e não deu certo também.
Não sou uma pessoa pessimista, mas estou assim há um tempo já.

E até coisas mais corriqueiras estavam meio em off. A TV do meu quarto estava com chuvisco, minha internet não está funcionando [culpa da Telefônica, na realidade. Eu era menos infeliz e não sabia] e até o meu controle remoto estava perdido. Afff...
Tenho que tomar alguma atitude - acender um incenso, me benzer, sei lá. Porque as bruxas estão soltas.

Então, ontem, eu fui à terapia e contei esse meu dissabor por causa dessa prova - na qual, eu tirei 6,9, fiquei sabendo depois. Aí o meu psicólogo me contou uma historinha a respeito do filho dele, de 7 anos. Houve uma época em que o menino chorava desesperada e compulsivamente quando tinha prova, sofria mesmo. Blá, blá, blá, enfim... Com certeza, quando o garoto crescer, ele vai pensar em como ele sofreu à toa por causa de escola, mas é claro que, à época, ele tinha seus motivos e os superestimava.

Sei que um dia vou olhar para trás e me sentir uma boba de ter sofrido por causa de uma prova cujas matérias são totalmente superestimadas - pelo professor, principalmente. Mas não estava conseguindo chegar a esta conclusão. Aliás, está sendo difícil eu colocar as coisas numa perspectiva otimista-realista ultimamente.

Bem, mas pelo menos melhorei em relação a esse assunto da prova superdifícil... Tenho que melhorar mesmo é quanto a ser menos dramática em geral - e sofrer menos, portanto, por coisas que não são extremamente relevantes.
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Música da Semana: Anyday, do Derek & The Dominos, outra banda do Eric Clapton. Para falar a verdade, eu ouvi tanto esta música durante a semana, mas tanto que até já enjoei. Mas é legal :).
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Assisti hoje ao último filme do Rambo. Gostei. Não é muito comprido, ou seja, não tem muito blá, blá, blá. Tem é muito sangue, violência, decapitações, tiros. Para um filme do gênero, nota 10.
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Um beijo!

Os especias da semana

Vi há pouco a reapresentação do Manhattan Connection, e a TV continuou ligada, sem som, no GNT. Vejo um monte de moças e moços desfilando. Deve ser o São Paulo Fashion Week. Vi a Gisele. Li em algum lugar que ela não desfilou no Rio, mas desfilaria em São Paulo. Bem, não importa. Prossegue o esforço da indústria da moda, dominada por homens que odeiam as mulheres, para exterminá-las, coitadinhas.

Explico-me. Os caras que desfilam — muitos com o abdômen “trincado” à mostra — têm o que se pode dizer um corpo normal, isto é, com aparência saudável. Neles, claro, tudo está no lugar idealizado pelo homoerotismo dos rapazes dedicados ao corte & costura: nada de gordurinha na barriga; braços musculosos, mas sem exageros; rostos um tanto ambíguos, apelando a certa androginia adolescente. Mas ninguém tem cara de anêmico ou de anoréxico.

Já as moças...

Obs: grifos meus.
Texto completo.

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Desgosto (com o mundo):


Elefante mutilado por mina terrestre recebe prótese.

Mas sempre tem alguma coisa que salva - na mundo animal:

Uma cadela amamentando, além de seu filhote, dois bebês tigres.

Esse tipo de fato da natureza deve ser para servir de exemplo e não fazer a humanidade perder de vez a esperança. Ou seja: é uma "armação" da natureza para o homem não se perder de vez...

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Graças a Deus (?) vai estrear Onde Andará Dulce Veiga? nos cinemas. Eu A-M-O o livro homônimo do Caio Fernando Abreu, é um dos meus prediletos. Li apenas uma crítica, negativa por sinal, mas f***-se, vou ver mesmo assim. Recomendo vivamente o livro.

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Aposto que todo mundo já viu esta frase do John Lennon em algum orkut, blog ou fotolog por aí:

A vida é aquilo que acontece enquanto você está planejando o futuro.

Bem, eu já tinha visto várias vezes, mas nunca tinha me ocorrido que era de alguma música - não conheço muito bem a carreira-solo de John Lennon. Mas hoje, assistindo ao filme Mr. Holland - Adorável Professor, vi o Richard Dreyfuss cantando Beautiful Boy, a música do John em que é cantada a tal frase. Foi feita para o Sean, filho do John com a Yoko.

A propósito: o filme é legal, bonito. Um pouco estilo Forest Gump. Não é absolutamente inesquecível, mas vale a pena. Nota: 8,0.

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Presente que eu ganhei da menina mais fofa da blogosfera:


Que lindo! repasso-o para a Idylla. Sei que ela já ganhou, mas tá valendo ;). Também gostaria e repassá-lo para a Srta. Bia, mas acho que ela não curte muito essas coisas... Mas fica a homenagem.

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Músicas da Semana:
Redemption Song, Bob Marley.
World of Pain, Cream (uma das bandas do Eric Clapton).

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Um blog muito bom que eu descobri ontem:
Guerilha Cultural.

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E amanhã: cover do Pink Floyd ;).

Um beijo a todos e um ótimo final-de-semana.

***Update: para que que serve a caixa de formatação dos posts no blogger? Resposta: para me irritar que eu treine a minha paciência. (Porque colocar as coisas em perspectiva é tudo nessa vida.)

Dicas: DVD bloqueado, 9mm São Paulo, Os Normais, 5 Pessoas que Você Encontra no Céu.

Oi, pessoal, tudo bem?

Este post vai ser sobre dicas. Sempre descubro coisas para facilitar e/ou animar nossas vidas e acho legal compartilhar.

-DVD bloqueado para gravar: como disse para vocês, eu aluguei Encantada porque já tinha visto e gostei. Principalmente, eu queria gravar. O problema é que o programa que eu costumo usar para gravar filmes da locadora, o DVD Shrink, última versão, não conseguia copiar de jeito nenhum, muito menos o Nero. Eu até falei para um amigo meu, supergeek: "Aconteceu uma TRAGÉDIA. Não tô conseguindo gravar Encantada", hahaha.

Procurei no Baixaki algum software recomendado pelos usuários e acabei baixando o DVD Fab. Deu certo. Ele copiou o filme para o computador. Não tentei passar para um DVD virgem, mas me parece que o DVD Fab não faz isso. Logo, faz-se necessário algum outro programa. Pode ser o DVD Shrink mesmo ou o Nero.

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9mm São Paulo: amanhã começa, na FOX, às 22horas, este seriado, produzido no Brasil, com atores brasileiros. Eu acho que vai ser legal, principalmente para quem gosta de seriados policiais. Vou deixar programado para gravar, pois não estarei em casa no horário - balada, hehehe! A reprise é de terça para quarta às 4 horas da manhã.

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Os Normais: talvez eu que seja muito lerda e só fiquei sabendo disso agora, mas vi na semana passada que o GNT tá reprisando a série Os Normais. Tenho quatro DVDs da série - acho que todos os lançados. Tenho a impressão de que os episódios exibidos pelo GNT não têm em DVD. Vou gravar quando der. Fica a dica para quem curte.

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As 5 Pessoas que você Encontra no Céu (filme): aquele outro filme que eu aluguei. Gente, é uma droga! Arrastado, demorado, entediante. Fujam! Ele é baseado no best-seller homônimo. Várias pessoas adoram esse livro. Eu pensava em comprar porque o título é convidativo. Mas se o livro for como o filme, eu posso morrer sem lê-lo. E morrer feliz.

É isso por hoje! Boa semana para todos!

Um final-de-semana singelo e delicioso

Boa tarde, meu povo! Como vão? Espero que bem.


Meu final-de-semana - que ainda está on, hehehe - tem sido ótimo, apesar de uma crise de alergia que eu tive. Alergia de pele provocada por uma causa até patética, que me fez parar no Pronto Socorro. Mas tudo bem, estou melhorando. Depois falo melhor sobre isso, que, aliás, não conseguiu estragar meu findi :).

Fiquei em casa e tem sido uma delícia. Fazia muito tempo que eu não tinha vontade de passar todo o final-de-semana em casa, de boa, assistindo a filmes, namorando, relaxando.

Ontem, fui à locadora alugar um filme, mas voltei para casa com quatro, para aproveitar uma promoção. Não sou de fazer isso. Sempre que alugo mais de um filme, não dá tempo de assistir a todos. Eu gosto de assistir a filmes acompanhada, gosto de ir ao cinema pelo programa, mas ficar sozinha na sala, deitada no sofá, esperando uma estória se desenrolar não é comigo. Eu fico entediada, com vontade de acessar a internet.

E é muito difícil um filme me "prender". Tem que ser muito cativante, como A Igualdade é Branca, ou muito engraçado, como Alguém Tem que Ceder, para eu assistir direto o final, sem parar e tals. Muito raramente reassisto a algum filme.

Este último, aliás, foi um dos que eu aluguei ontem =D. Mas eu já havia visto, então peguei para gravar. É muito engraçado, um dos melhores filmes que eu conheço. Lembro de que eu assisti sozinha e dava gargalhadas, hehehe. Entenderam, né?

Os outros filmes que eu aluguei foram:
- Eu Sou a Lenda: eu gostei bastante, mas não achei o MÁXIMO.
*** Spoiler (para não influenciar ninguém com as minhas impressões) *** O problema é que fica muito tempo nas impressões dele sobre a solidão após a devastação dos seres humanos no planeta (ui!), tá na metade e parece que tá no começo ainda. E depois o final tem de ser meio corrido, menos emocionante. Mas é "assistível". Nota 8.

-Encantada: não, não gosto de filmes infantis, nem de desenhos animados. Caí no sono quando tentei ver Procurando Nemo. Mas com Encantada foi assim: eu vi o making of em algum canal e achei a idéia interessante. Aí eu assisti o filme e adorei! Achei muito legal, muito bem feito. Claro que é um filme Disney total, etc, mas, pelo que se propõe, é ótimo.

Aluguei para poder ver com a minha afilhada-e-priminha, de 7 anos. Ela, aliás, quando eu aluguei o Nemo, foi convidada (sim, porque crianças de 5 anos de idade - à época - também recebem convites para compromissos sociais, hahaha) a assistir comigo. Saquem só o diálogo sobre:

Sagesse (numa entonação de quem pensa que está fazendo a América): - Afilhada-e-priminha de 5 anos, eu aluguei 'Procurando Nemo'! Você já viu?
Afilhada-e-priminha de 5 anos (com um ar de "descobriu o Brasil"): - Umas cinco vezes...

Hehehehe, pois é. Desculpe, afilhada-e-priminha, se eu estou ficando velha e seletiva e nem sei quais filmes infantis são novidade.

E, por último:

- As 5 Pessoas que Você Encontra no Céu
, com o Jon Voight: nunca tinha ouvido falar, mas li a sinopse e gostei. Vamos ver.

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Selinho que a querida Camila me passou:

Muito obrigada, Camila! :)))

Repasso-o para:
-Dafne, uma pessoa muito animada, fofa e caprichosa.
-Daniele, do My Life in the Queen´s Land, uma brasileira radicada em Londres e muito gente boa.
-Gustavo, do Making My Own Luck, sabendo que ele deve se achar muito superior para participar, hahahaha. Brincadeirinha.
-Idylla, do Don't Stop, uma garota bastante parecida comigo.
-Za4, do Expiração, como forma de pressão psicológica para que ele escreva mais, hehehe.

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É isso por hoje! Vou almoçar e ir para a casa da minha afilhada-e-priminha ver Encantada.

Bom resto de domingo.

"Você não é amado porque é bom; você é bom porque é amado"

A frase acima é do filme O Signo da Cidade, que me foi mais ou menos indicado pela Ludimila.

É um filme nacional, mas eu diria que é mais um filme paulistano do que um filme brasileiro. Digo isso porque, além de a história se passar em São Paulo, é um filme com um roteiro muito bem escrito - o que não costuma ser a regra dos filmes brasileiros.

Não é preconceito o fato de eu ter um pé atrás com filme brasileiro. É um conceito mesmo. Já me dei a oportunidade de assistir a muitos filmes tupiniquins. Ou melhor: já dei oportunidade para muitos filmes. Às vezes, tem-se a impressão de que o filme seja bom por causa da sinopse, mas no final, apesar de a idéia ser boa, o resultado deixa a desejar. Exemplo: O Invasor. O roteiro é ágil, interessante, etc, mas parece que tiveram que apressar o dsfecho da estória, estragando o resultado final... O pior foi uma parte em que, durante uma longa cena com uma única câmera, o Paulo Miklos (sim, dos Titãs) olha para a câmera, meio que querendo olhar para o diretor para ver se estava tudo certo...

Outra coisa comum nos filmes brasileiros e de que, particularmente, eu não gosto é a mitificação da pobreza ou de idéias esquerdopatas malucas. Tudo financiado com dinheiro dos nossos impostos, aliás.

Mas, enfim, O Signo da Cidade é aquele tipo de filme em que, quando ocorre um fade-out, você tem até "medo" de que o filme já tenha terminado de tão legal e, principalmente, cativante que é. A Bruna Lombardi tem talento para escrever roteiros... Eu super indico. E não vejo a hora de sair o DVD.

Com certeza, o melhor filme a que eu assisti neste ano. Quem me conhece sabe o quanto eu venho estado apática com as ditas novidades culturais. Tudo tem me parecido a cópia de alguma coisa...

PS: E ver a Eva Vilma falando "filho da puta" não tem preço, hehehe.

Coisas que passavam pela minha cabeça no ano 2.000

"Você é um ser humano, não um escravo ou uma máquina. E não deixe ninguém tratá-lo de outra forma."
Do filme "Por uma vida menos ordinária."

Citação escrita a lápis numa folha de bloco de fichário, durante um momento da aula em que nós não tínhamos nada pra fazer, e eu quis mostrá-la a uma amiga - com quem não tenho mais contato, bien sûr.

E a propósito: este filme é muito bom. Um filme alternativo e despretensioso, ou seja, um filme alternativo que REALMENTE presta - e não um "wannabe", como a maioria dos alternativos. E a trilha sonora é muito louca. Em especial a música "A Life Less Ordinary", do Ash. Tem até uma musica bem antiga, no estilo "Singing in the rain", e que é um clássico, as well, "Somewhere beyond the sea". Estão no elenco o Ewan McGregor e a Cameron Diaz.

Abaixo uma cena do filme:

 
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