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Terminar um namoro para começar outro, logo em seguida

...não dá certo. Pura e simplesmente. Nem terminando com uma pessoa para ficar com outra, nem ficando com alguém que terminou um namoro por sua causa. Não tente, não pague para ver. É arrependimento na certa.

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Sobre Caminho das Índias, foi-se o último capítulo e tudo continuou como estava: Surya não foi desmascarada; Raj não descobriu o filho brasileiro; Yvone escapou da cadeia e continuou aprontando; Zeca não pagou DE VERDADE pelo mal que sempre causou aos outros. Os únicos desfechos foram em relação à origem do filho da Maya e ao Shankar e ao Opash descobrirem ser pai e filho. Mais nada. E o pacabá foi o Márcio Garcia aparecer por uns 5 segundos na novela de que era protagonista (em tese).

Como disse a Bibian!, nos comentários do post anterior: "Que Glória Perez mais otária!". Aliás, depois desse fim de novela, comecei a duvidar da capacidade intelectual da autora. Sério.

Mas é justo conceder menção honrosa à cena em que o Tarso "louquinho" encontra com a Tônia, seu grande amor, ao som de Never Gonna Be Alone.
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E a Globo entrando em decadência novela após novela: um trama em que Thaís Araújo e Alinne Moraes são modelos de passarela? Ah, tenham dó. Coloquem algo mais coerente. Eles são manequins de revista, não top models de desfile: a Thaís é baixinha; a Alinne é "gorda" - para passarelas. Depois essas novelas do Manoel Carlos são, pretensamente, vendidas como realistas...

Bom, mas, pelo menos, ao contrário da última novela, há umas atrizes melhorezinhas. A Alinne Moraes, por exemplo, é super talentosa. Já melhora a qualidade em relação às inexpressivas Cléo Pires, Thaila Ayala e Vitória Frate de Caminho das Índias.

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C'est ça ;).

Boas coisas de um domingo e o que eu penso sobre o "Homo sapiens"

Continuando o tema do último post, vou deixar aqui escritas 3 boas coisas do meu dia de hoje - mais precisamente, de ontem, domingo, último dia do mês de maio da graça de 2.009:

1 - Passei o domingo de boa com meu amado namorado, assistindo TV, beijando, rindo. Muiiiiiiito bom \o/. E depois que ele foi embora, ficamos mandando mensagens de amor via celular ^^.

2 - Tomei sorvete de leite ninho, hehehe. (Parece coisa de meio gordo ou gordo inteiro empolgar-se com o que comeu; mas, na verdade, foi numa coisa boa de hoje que eu consegui pensar / me lembrar ).

3 - Num momento de marasmo, fiz uma lista das minhas tarefas da semana e percebi que devo agradecer: minha vida não é ruim, é até tranquila, mesmo com as dívidas, meus vários afazeres, as responsabilidades com a escola. Um dia, olharei para trás e pensarei nesta fase como uma boa época.

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Selinho que eu ganhei da Bibian do blog superlegal Escrevendo:



Este selo é para blogs que "demonstram talento, seja nas artes, nas letras, nas ciências, na poesia ou em qualquer outra área e que, com isso, enriquecem a blogosfera e a vida dos leitores" ;).

As regras são:
1 - O premiado deverá expôr o selo no seu bloge atribuí-lo a 7 outros blogs que considere merecedores.
2 - O premiado deverá responder à seguinte pergunta: O que significa para si ser um Homo sapiens?

Começando pelo fim: Para mim, ser Homo sapiens é ter mil e uma possibilidades à frente, mas com a consciência de que mil portas podem bater na minha cara. Posso ter e fazer o que eu quiser, adotar o estilo que eu bem entender, conviver com as pessoas que eu escolher. Mas tudo tem um preço, tanto para chegar lá, quanto para arcar com as consequências das escolhas.

Indicados: Dany - Mandinha - Kira - Deleyga - Debora - Juliana - Idylla

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É isso. (Sempre encerro os posts com essa frase, tal qual o Profº Pasquale encerra as colunas dele no jornal A Folha de São Paulo...)

Boa semana!

I wish WE all have this...

Eu comecei a trabalhar - como professora \o/ - e estou organizando a minha vida, o meu tempo. Por isso que faz um tempinho que não venho atualizar o blog.

Além dessa mudança profissional, a outra novidade é que as coisas estão entrando nos eixos na minha vida pessoal - leia-se que eu estou me sentindo melhor e otimista em relação ao meu namoro. Não me sinto mais para baixo, mal, com um pé atrás. Seria efeito da mente ocupada pelo trabalho?

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Semana passada em li um texto (creio eu que) despretensioso, mas tocante, no blog do Vladir Duarte. Inicialmente, pela imagem, eu pensei que se tratava de um referência ao Dia Internacional da Mulher. Mas, não; era em comemoração ao aniversário de relacionamento dele, não sei se de namoro ou se de casamento.

Gostei tanto do post que vou reproduzi-lo aqui. Nele estão narradas impressões que eu também estava tendo na semana passada, quando comecei a trabalhar, além de resumir singelamente o que eu atualmente penso sobre o amor.

Leiam abaixo. Os grifos são os trechos de que eu mais gostei.

SHE...

A impressão que tive é que todos nós vivemos sós. O mundo é cruel, as pessoas são cruéis. Saio de casa e de perto da família para vagar pelo mundo como um cachorro abandonado numa feira livre, lutando por restos podres de coisas boas. Carinho, atenção, companhia, amor... Nessa feira, todos são inimigos, todos estão miseravelmente solitários e tristes. Todos querem pra si, ninguém oferece nada ao outro.


E como um cachorro perdido e assustado, faminto e fraco, tremo e me escondo. Aprendo que humanos não são confiáveis, aprendo a dor das butinadas, aprendo a correr, a ler nos olhos dos outros tudo de ruim que suas almas são capazes de fazer. Aprendo a rosnar e a morder, sem dó.

Então, numa praça qualquer, uma mão me afaga, um olhar me vê, um coração me sente. Ela se aproxima e eu penso: como pode alguém se importar tanto assim comigo? Seu amor me ensina a voltar a ser humano, a confiar, a andar ao lado, a fechar os olhos e sonhar acordado, sem medo. E eu já não quero mais viver longe dela, porque nem lembro quem era antes dela chegar.

"Quando me vi tendo de viver comigo apenas e com o mundo, você me veio como um sonho bom!"

Amanhã, eu completo oito anos e dois meses de você. Obrigado.

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:)
Bom final de semana, trabalhadores do Brasil (hehehe)!

Paranóia ou percepção realista?

Eu estou com depressão, segundo o psiquiatra.

Eu estou com transtorno do afeto, que desencadeia transtorno obsessivo-compulsivo, segundo o psicólogo.

Não, não acho bonito ser assim, não me faço de vítima à toa.

Vou tomar anti-depressivo e continuar fazendo terapia (apesar de não escutar o que o psicólogo diz, só fazer o que eu quero). Vou continuar tentando melhorar. Tenho me esforçado para não alimentar sentimentos ruins em relação ao meu namoro, tanto os fatos passados ruins quanto as paranóias a respeito de eventos futuros.

Hoje eu fui na casa do meu namorado e me senti mal., entediada... Na verdade, eu não tenho me sentido realmente bem há um bom tempo.

Várias pequenas coisas me deixaram aborrecida hoje:
-eu tinha combinado de passar a tarde na casa do meu namorado amanhã, mas aí ele me disse que os amigos dele íam lá jogar video-game, se eu não poderia ir hoje. Aceitei, mesmo porque amanhã não poderia ficar por muito tempo, pois tenho um compromisso no meio da tarde. Aí, ele me ligou hoje e me perguntou se eu não queria ir na casa dele amanhã mesmo, se não era melhor para mim, porque os amigos dele não iam mais. Resolvi ir hoje por causa do meu compromisso. Mas aí fiquei pensando: "então, ele nem tinha marcado com o amigo dele ainda, mas desmarcou comigo";

-eu tive que esperar ele levar a irmã dele no médico. Nem ligo muiiito para isso, porque ela fez uma cirurgia recentemente, mas me irritou o fato de eu ter que passar na locadora com o meu namorado para pegar um filme para ela. Pensei: "nossa, ele não pode fazer isso outra hora em que eu não esteja aqui?";

-ele me pediu para levar a minha câmera para tirarmos umas fotos nossa e das cachorras dele. Mas acabamos só tirando foto da guitarra dele e nenhuma nossa. Na hora, nem dava, porque ele ia lavar louça e depois acabou não dando tempo. Depois, pensei: "será que ele queria tirar fotos nossas mesmo ou será que só queria a câmera emprestada para tirar foto das coisas dele?";

-eu tive que esperá-lo lavar louça, uma meia hora. Pensei: "nossa, por que ele não fez isso mais cedo, já que sabia que eu viria aqui e acordou cedo? (Ele me disse que ficou brincando com as cachorras). Ou, então, por que não fez isso mais tarde ou simplesmente deixasse de fazer? A mãe dele mal deixa almoço para os filhos e ele preocupado em lavar louça para ela?".

Depois de tudo isso, ficamos juntos apenas UMA hora e ligaram na casa dele para que ele levarsse uma prima grávida ao hospital, que estava tendo contrações. Fui junto com ele porque pensei que ele ia voltar logo - só iria pegá-la e deixá-la aos cuidados do pai dele, meu sogro -, mas nem... Fomos em dois carros e, afinal, ele teve de levar a prima até um hospital longe. O que me deixou noiada é que, aí, eu falei que iria embora, mas não pude distinguir se ele achou "ruim", "triste" por eu ir embora ou não. Aí, depois, cada um em seu carro, pegamos o mesmo caminho; ele entrou num posto de gasolina e eu nem olhei para ver se tinha me acenado um "tchau". Buzinar, não buzinou. Eu virei a cara e tomei meu rumo. E me arrependi de ter ido lá.

Eu tô me sentindo o Dom Casmurro, o Bento Santiago, avaliando cada ação, cada vírgula, cada gesto. Não sei em que momento estou sendo paranóica ou realista a respeito do que ele sente por mim.

Não estou me sentindo extremamente valorizada - como me sentia, antes de termos nossa crise-, mas sei que tenho que ter paciência. Ele fala que me ama - sei que não mente -, mas, sei lá!... Ele também faz as coisas por mim e etc, mas, muitas vezes, eu tenho que dar um toque nele. E eu gostaria que ele percebesse sozinho, sem que eu tivesse que falar nada. Eu não acho que palavras me conquistem mais, me façam ter confiança em alguém. O que me conquista são as atitudes.

UM DETALHE IMPORTANTE: hoje ele fez uma "homenagem" para mim. Colocou um monte de foto nossa no mural do quarto dele e escreveu uma mensagem, em letras grandes. Ficou, claro, superbonito, fofo. Mas, como eu disse, eu preciso de atitudes, não de palavras... Se bem que fazer uma "homenagem" para alguém é uma atitude...

Como deu para perceber, estou a little bit confusa, mas escrever ajuda a refletir. Confio muito em remédios anti-depressivos, hehehe. Sei que vão me ajudar a me sentir menos infeliz - e eu não sou hipócrita quanto a isso, como muita gente é. Mais tarde, vou sondar com meu namorado a respeito de tudo que escrevi neste post.

Como se comportam as pessoas felizes

Já escrevi aqui que recebo e-mails da minha mãe - com quem moro - com várias correntes, mensagens, orações, "novas modalidades de crime", vídeos, arquivos pps, etc. Eu claro que não ligo, pois isso significa que minha mãe é uma senhora feliz e ainda com ternura no coração ^^. Mostrar-me interessada por esse tipo de e-mail que ela manda faz com que eu me sinta dando afeto para a minha mãe :). E eu aprendi que absolutamente todas as pessoas do mundo precisam de afeto, mesmo as que mais parecem auto-suficientes. Até o Bin Laden precisa (deusmelivre).

Mas então que agora passei a também receber correntes, mensagens, orações, "novas modalidades de crime", vídeos, arquivos pps, etc, da mãe do meu amigo. E é claro que eu também não me importo. Aí que hoje abro um e-mail da mãe do meu amigo e me aparece esta foto:

Não é fofo? ^^. Tanto a foto quanto o gesto de repassar o são.

Quando eu tiver meus 50, 60 anos, quero estar de bem com a vida assim também.

Aliás, existe gente mais feliz dos que as que refletem e repassam mensagem com correntes, mensagens, orações, "novas modalidades de crime", vídeos, arquivos pps, etc? Ainda não conheci outro tipo mais puro.

Para o meu namorado

Cicatriz
Lulu Santos

{Ninguém me garante que eu vou ser feliz
Mas ninguém me impede de tentar sê-lo.}
'Cê foi cruel comigo
Justo na hora em que eu mais precisava de abrigo
Parece até castigo
Será que a vida precisa sempre rimar

Teu texto é idôneo e correto
Me sobra o papel do imbecil completo
Te ouvindo dizer
Você não sabe me amar

Você só anda dentro da lei
E no teu livro o resto é bofe e gay
Você faz tudo parecer tão simples

{Ninguém me garante que eu vou ser feliz
Mas ninguém me impede de tentar sê-lo.}

Eu fui cruel contigo
Justo na hora em que você recobrava os sentidos
Eu te afoguei no líquido
Desse pântano escuro que eu chamo de amor

Eu sempre choro, faço cara de vítima
A tua paciência pode até ser infinita
Mas eu reconheço é triste me aturar

Porque eu pego, pego, pego, pego no teu pé
Eu quero saber quem é mais que você me quer
Você faz um olhar aflito

{Ninguém me garante que eu vou ser feliz
Mas ninguém me impede de tentar sê-lo.
Ninguém me garante que eu vou ser feliz
Mas ninguém me impede de tentar sê-lo.}

*Se eu fosse fazer uma contagem de versos e uma regra de três simples, eu verificaria, pelos destaques, que esta música tem 52% a ver com o meu passado e com a minha atuação situação hoje, no meu namoro. Parece pouco até.. Mas os versos coloridos têm MUITO a ver; os em vermelho com o meu namorado, e os em azul(?), comigo.

Não vejo muita graça no refrão (entre chaves) ^^.

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PS: Isso ainda me impressiona :'(.

Vocabulário Para Netos

Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.

Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.

Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.

Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.

Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.

Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.

Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.

Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente estando apressado não reclama.

Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.

Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.

Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.

Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossa mão e recomenda cuidá-la.

Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.

Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.

Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.

Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.

Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.

Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.

Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.

Morte: Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade.

Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.

Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.

Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.

Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.

Perdão: É uma alegria que a gente se dá e que pensava que jamais a teria.

Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.

Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.

Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.

Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.

Reencarnação: É quando a gente volta para o corpo, esquecido do que fez, para se lembrar do que ainda não fez.

Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar, e estando perto, querer parar o tempo.

Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.

Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.

Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.

Solidão: É quando estamos cercado por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.

Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.

Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.

Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra, geralmente pior.

=De Luiz Gonzaga Pinheiro, em O Homem que Veio da Sombra.

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Hoje não vou reclamar por aqui. Perdi mais uma coisa devido a esse meu problema com o namoro - que, real e finalmente, está entrando nos eixos. Eu me pergunto até onde tudo o que eu fiz valeu a pena, mas creio que só o tempo dirá...

Ao invés de reclamar, mais vale, daqui a pouco, ir para a academia.

Falta eu mesma...

Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falta eu mesmo, e esta lacuna é tudo.
Dom Casmurro, Cap. II, de Machado de Assis.

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Aparentemente, as coisas continuam melhorando. Mas não sei se essência e solidamente também.

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Comecei a cogitar que seja inevitável que na vida levemos belos tombos. Mesmo quando a gente pensa que já levou e já se levantou de todos os tombos que deveríamos levar na vida. Isso que é inconformável!

"Dã" para mim? Hello, sou ingênua? Ou feliz mesmo?

Cá estou eu, em cima da cama do meu namorado...

...com um notebook no colo e procurando alguma coisa para fazer na internet, porque neste sábado à tarde, ele está lá jogando video-game, O Poderoso Chefão no Playstation 2. Beleza, têm-se o resto do dia e amanhã.

A respeito do meu namoro atualmente: está melhorando dia a dia. Nos tempos de ouro, meu namorado me tratava como uma entidade superior, tipo uma rainha de um conto-de-fadas contemporâneo; agora ele me trata como uma bonequinha de porcelana. Ok, ok, estou otimista. E ele também, felizmente.

Bem, para passar o sábado, resolvi fazer esse meme que vi no blog da Ana Carolina. Quem quiser fazer, esteja à vontade:

* Livro/autor(a) que marcou a sua infância: Sinceramente, não consigo me lembrar de nenhum que realmente tenha marcado! Seria mais justo eu falar do Mauricio de Sousa, porque, se houve algo que marcou minha infância, foram os gibis da Turma da Mônica.

* Livro/autor(a) que marcou sua adolescência: vou dividir a adolescência em duas fases:
-dos 11 aos 14 anos: Pedro Bandeira
-dos 15 aos 20: Fernando Pessoa.

* Autor(a) que mais admira: Machado de Assis.

* Autor(a) contemporâneo: Albert Camus.

* Leu e não gostou: não li, e também não gostei de nenhum livro do Harry Potter. Sinceramente, para mim, isso é coisa de criança!

* Lê e relê: Memórias Póstumas de Brás Cubas - releio e me divirto ainda - , de Machado de Assis, e O Estrangeiro, de Camus.

* Manias: ler vários livros ao mesmo tempo; parar por meses e retomar; prestar atenção a cada vírgula do que leio.

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É isso... Bom sábado! E que dias melhores nos venham!

Depois da tempestade, as nuvens...

E o sol, um dia, quem sabe...

Não sei dizer como estou. Não estou mal, longe disso, mas também não estou beeeeeeeeem. O pior já passou. Mas ainda tem chão pela frente. Acontecimentos decisivos me esperam. Mais seis meses nisso. É pacabá, né? Tenho que tomar cuidado onde piso. Mas posso voltar a ser eu mesma, pelo menos.

Fiquei tão transtornada e obcecada com a crise no meu namoro que agora - que supostamente posso relaxar - eu não sei o que fazer. Estou entediada, procurando pêlo em ovo. Mas vai passar, né? Tudo passa ( = frase óbvia).

Vou me dedicar às mil e uma tarefas que eu tenho a fazer.

E tentar me lembrar do que seja o significado da expressão calma, que vai dar tudo certo.

O-D-E-I-O ter medo do futuro.

Estou viva

Pois, então, dois meses depois, eis que volto e (quase) inteira.

Hoje foi o primeiro dia, desde a última postagem, em que eu realmente me senti bem.

Voltamos o namoro, de uma forma tão estranha quanto a que terminou. Não sei quem é mais louco: eu ou meu namorado. A gente poderia se doar para estudo. Quem sabe não achariam a resposta... ;).

Mas ainda estamos tentando (infelizmente). Não é definitivo. Eu não sei dizer se estou otimista ou pessimista. Depende da hora do dia.

Eu sinto como se meus sentimentos e minha sanidade tivessem passado por um liqüidificador. Quero recuperar logo o fio da meada. E várias outras boas e más notícias.

O que eu aprendi com tudo isso, eu ainda não sei dizer.

Um beijo a todos que deixaram recados.

E um feliz Natal!

(E quem não gosta de Natal é do contra :). E não adianta nada ;) )

Não tenho título para este post.

Well, estou bem. Termino meu namoro ainda nesta semana. Só não vou terminar por telefone porque faz favor, né?

Estou otimista. Há coisas que sei que estão acontecendo e que ainda vão acontecer - clarividência ;). Mas, para não melar - hehehe -, prefiro escrever sobre isso depois.

Obrigada a todas as pessoas superlegais que me deixaram comentários incentivadores. (Homens comentando sobre relacionamentos sempre são os mais pragmáticos, hahaha.) Obrigada, em especial, à fofa da Camila, que conversou comigo por e-mail.


Beijos a todos.

Tem Que Ser Você

Um dia seus pés vão me levar
Onde as minhas mãos não podem chegar
Me leva onde você for
Estarei muito só sem o seu amor

Agora é a hora de dizer
Que hoje eu te amo
Não vou negar
Que outra pessoa não servirá

Tem que ser você
Sem por quê, sem pra quê
Tem que ser você
Sem ser necessário entender

ahh...
uhh...

Me leva onde você for
Estarei muito só sem o seu amor

Agora é a hora de dizer (de dizer... eh...)
Que hoje eu te amo
Não vou negar
Que outra pessoa não servirá

Tem que ser você
Sem por quê, sem pra quê
Tem que ser você
Sem ser necessário entender
|
ˇ
Que hoje eu te amo
Não vou negar
Que outra pessoa não servirá

Tem que ser você
Sem por quê, sem pra quê
Tem que ser você
Sem ser necessário entender

Composição: Victor Chaves.
Intérpretes: Victor e Léo.

Dedicado ao meu namorado - que odiaria uma música dessas .
Hum... Acho que vou imprimir este post e entregar para ele :).

Victor e leo - Tem Que Ser Voce

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PS: Um momento Eu gosto, mas tenho vergonha ^^.

 
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