Punk rocker com insônia...

Pois é. Estou há quase 24 horas acordada. E acho que, para comemorar o fato de eu ter dormido "cedo" de domingo para segunda - a 1h da manhã -, meu cérebro resolveu ficar ligadão, para que tal tragédia (para ele) nunca mais acontecesse. E olha que eu tenho coisas para fazer em vez de vir aqui escrever: ler mais uns 11 capítulos de um livro razoavelmente legal até quinta-feira, mas eu não estou a fim de fazer isso... Perdi a vontade simplesmente, e olha que eu li dois capítulos e estava gostando. Além disso, tenho que terminar de escrever uma carta - modéstia à parte - REALMENTE muito linda e muito emocionante para o meu namorado, coisa que ele ainda não sabe que eu estou fazendo \o/. Parei de escrever porque estava com sono, mas não consegui dormir.

Entonces, e já que estamos a apenas 2 dias do Dia Internacional da Mulher, veio-me à mente um excerto do livro "O Melhor Livro Sobre o Nada", do comediante americano Jerry Seinfeld, em que expôe-se alguma peculiaridade intrigante e engraçada que costuma acometer o gênero feminino da espécie humana. E quis postá-lo aqui. Mas acho que também não era pra ser... "No Maktub, Yes Maktub"... Ocorre que eu achei que o livro estivesse aqui no escritório da minha casa, de onde estou escrevendo... Como não está, e eu também não estou a fim de ficar procurando em outros cômodos, eu resolvi simplesmente postar uma frase do Bob Marley... Pelo menos para dar um sentido a este post, né? Para não ficar só no "eu não consegui dormir, então vim para o computador para dizer ao mundo que eu não consigo dormir."

Pois então, ei-la:

"O que faço hoje é importante porque estou perdendo um dia da minha vida por isso."

Particularmente, acho que a vida que ele levava, só é mesmo para quem nunca está raciocinando direito por culpa de entorpecentes, mas esta frase é realmente muito boa... Boa para quê? Boa para parar e pensar "o que eu estou fazendo aqui e agora vale a pena?". É um pensamento bastante racional, útil e pragmático para se aprender a viver. E ainda mais honra ao mérito para o autor, já que se tratava de um toxicômano profissional.


Mas é isso.

E como diria o Truman (Jim Carrey, no filme "O Show de Truman"): "E, se eu não os vir mais hoje, bom dia, boa tarde e boa noite."

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